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O traço do concreto refere-se às quantidades de cada material que deve ser adicionado à mistura. Cada traço é definido baseado na finalidade do uso do concreto, e as mudanças nessas quantidades podem provocar alteração de comportamento e qualidade do material final. Considerando a produção de um concreto com cimento Portland com relação água/cimento igual a 0,6, para cada saco de 50 kg de cimento, serão adicionados 120 dm³ de areia com umidade de 7% e massa unitária de 1,35 kg/dm³. Assinale a alternativa com a quantidade aproximada de água que deve ser adicionada por saco de cimento na mistura. Use massa específica da água = 1 kg/L.
Para o controle da qualidade do concreto utilizado em uma obra, alguns ensaios devem ser feitos periodicamente. O ensaio de consistência avalia a trabalhabilidade e/ou fluidez do concreto produzido, indicando a maior ou menor facilidade de moldar o concreto nas fôrmas. Para o concreto preparado pelo construtor da obra, devem ser realizados ensaios de consistência sempre que ocorrerem alterações na umidade dos agregados e em algumas outras situações. Assinale a alternativa que NÃO cita uma dessas situações.
Em paredes com área igual ou maior que 32 m² ou sempre que uma das dimensões do revestimento for igual ou maior que 8 m, devem ser executadas juntas de movimentação. Em locais expostos à insolação e/ou umidade, as juntas de movimentação devem ser executadas em paredes com área igual ou maior que 24 m², ou sempre que uma das dimensões do revestimento for igual ou maior que 6 m. No perímetro da área revestida, no encontro da área revestida com pisos e forros, colunas, vigas, ou com outros tipos de revestimentos, e onde há mudança de materiais que compõem a parede, recomenda-se projetar e construir juntas de dessolidarização. A largura “L” destas juntas, mostrada na figura abaixo, deve ser dimensionada em função das movimentações previstas para a parede e em função da deformabilidade admissível do elemento “V”, respeitado o coeficiente de forma (largura/profundidade da junta), que deve ser especificado pelo fabricante do elemento “V”.
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Fonte: NBR 13.754/1996 (Revestimento de paredes internas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimento)


Conforme a figura, o elemento com a letra “V” é o(a):

No revestimento de piso interno ou externo com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante, a camada de separação deve ser empregada sempre que a base estiver sujeita a deflexões próximas aos limites máximos estabelecidos em normativo técnico específico, ou sempre que na previsão das juntas de movimentação for considerada a presença de camada de separação, ou, ainda, sempre que não forem obedecidos os períodos mínimos de cura da base ou da argamassa de regularização, conforme normativo técnico específico. A camada de separação pode ser constituída por papel Kraft com gramatura igual ou maior que 80 g/m², membrana de polietileno com espessura mínima de 0,1 mm, feltro asfáltico com gramatura mínima de 250 g/m², membrana de poliisobutileno com espessura mínima de 0,8 mm ou membrana de cloreto de polivinila com espessura mínima de 0,8 mm. A camada de separação constituída por membrana deve ser aplicada sobre a camada de regularização, conforme mostrado na figura abaixo.



Imagem associada para resolução da questão


Fonte: NBR 13.753/1996 (Revestimento de piso interno ou externo com placas

cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimento).



De acordo com a figura, a camada de separação é definida pelo número:

São considerados essenciais para o desempenho da parede o cumprimento das tolerâncias de prumo (alinhamento vertical da parede), de nível (alinhamento horizontal da parede), a execução correta das espessuras das juntas de argamassas de assentamento dos blocos e dos reforços na alvenaria especificados. O desaprumo e o desalinhamento máximo das paredes e pilares do pavimento não podem superar 10 mm, além de atender ao limite de 2 mm/m, conforme figura abaixo. Na altura total do prédio, o máximo desaprumo admitido é de 25 mm. O nível superior da fiada de respaldo deve ser tal que a variação do pé-direito final do pavimento não seja menor do que 5 mm ou maior do que “Z” mm do pé-direito especificado em projeto.


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: NBR 16.868-2/2020 (Alvenaria estrutural - Parte 2: Execução e controle de obras).



Conforme o texto e a figura, o valor de “Z”, em mm, é +: