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Atuando na política de educação, os assistentes sociais buscaram estender o horizonte político-pedagógico das abordagens individuais e grupais voltadas para discussões de temáticas restritas aos processos da educação escolarizada e/ou dominadas por discursos hegemônicos pragmáticos e de adaptação social. Estabeleceram vínculos orgânicos com os conhecimentos e com as ações coletivas gerados nas instâncias de controle social, nos fóruns das demais políticas públicas e na consolidação da esfera pública.
Desse modo, juntamente com outros sujeitos, a atuação dos assistentes sociais se tornou estratégica para a educação na luta pela
No processo de assessoria à equipe de Serviço Social de uma escola, o assessor identificou lacunas na abordagem realizada com as famílias dos estudantes que impactam negativamente a sua aprendizagem. O assessor propôs cursos de capacitação para a equipe na perspectiva de superar essas lacunas e aprimorar o trabalho profissional na escola.
Para que o assessor obtenha o engajamento dos assessorados às suas proposições, é necessário que a assessoria esteja pautada em
O projeto pedagógico-curricular abarca, por um lado, legislações, currículos, conteúdos, métodos, formas organizativas da escola e, por outro lado, abre espaço para que o grupo de profissionais da escola crie e reinvente a instituição, os objetivos e as metas mais compatíveis com os interesses dela e da comunidade. Esses aspectos revelam que o projeto pedagógico-curricular tem um caráter:
O/a assistente social, que compõe a equipe interdisciplinar de uma escola da rede pública de educação básica, ao construir seu projeto de trabalho de articulação com as outras políticas sociais, deverá, de acordo com a legislação vigente, considerar o:
Por se reconhecer pelo gênero feminino, Pedro, um adolescente com 16 anos, adotou o nome social de Larissa. Ele foi matriculado recentemente em uma unidade pública de ensino para cursar o 9º ano do ensino fundamental. No seu primeiro dia de aula, durante a chamada, ele informou ao professor a sua preferência pelo uso do nome social. O professor parou a chamada, requereu a atenção da turma e disse: “na minha aula não tolero menino que se diz menina e menina que se diz menino. Aqui, menino é menino e menina é menina. Portanto, trate de se comportar como homem”. O fato foi levado à assistente social da escola, que orientou o adolescente e seus responsáveis a abrir uma ocorrência policial de acusação ao professor e em defesa do adolescente.

No tocante ao fato, a conduta da assistente social: