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Acerca do histórico do ensino de Arte no Brasil, analise as assertivas abaixo:

I. Na primeira metade do século XX, as disciplinas de Desenho, Trabalhos Manuais, Música e Canto Orfeônico faziam parte dos programas das escolas primárias e secundárias, concentrando o conhecimento na transmissão de padrões e modelos das classes sociais dominantes. 
II. No início do século XX, as atividades de teatro e dança não estavam incluídas no currículo escolar como práticas obrigatórias, e somente eram reconhecidas quando faziam parte das festividades escolares na celebração de datas como Natal, Páscoa ou Independência, ou nas festas de final de período escolar.
III. Em 1971, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), a arte é incluída no currículo escolar como área do conhecimento, com professores especializados em suas linguagens e sob o título de Educação Artística.

Quais estão INCORRETAS?
Ainda que na BNCC as linguagens artísticas das Artes Visuais, Dança, Música e Teatro sejam consideradas em suas especificidades, as experiências e vivências dos sujeitos em sua relação com a Arte não acontecem de forma ___________ou ____________. Assim, é importante que o componente curricular Arte leve em conta o ___________ entre essas linguagem.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
O ensino de Arte no país, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNC?), contribui para a interação crítica dos alunos com a complexidade do mundo, além de favorecer o respeito às diferenças e o diálogo intercultural, pluriétnico e plurilíngue, importantes para o exercício da cidadania. A aprendizagem de Arte alcança a experiência e a vivência artísticas por meio de práticas artísticas e 
“A arte, neste sentido para Dewey, não é algo para ser armazenado ou um objeto remoto e esotérico, mas sim uma ferramenta que usamos para enriquecer as vivências, é algo que está envolto no processo básico da vida de qualquer indivíduo.”

HAUBERT, Laura Elizia. Notas sobre uma filosofia da arte em John Dewey: a arte como modelo de experiências. Revista Apotheke, Florianópolis, v. 7, n. 2, 2021.

Em sua leitura de Dewey, Laura Haubert propõe uma reconfiguração da arte na escola, pela qual passa a ser compreendida como 
"Para mim criança só rabiscava, não tinham linguagem aqueles rabiscos. O processo foi caminhando e eu fui aprendendo muito com elas. Hoje já consigo ler um desenho, é como se tivesse passado por um processo de alfabetização. É bem isto! Antes eu não conseguia ler e agora consigo.
(Depoimento de uma professora)”.

MOREIRA, Ana Angélica Albano. O espaço do desenho. 10. ed. São Paulo: Loyola, 2005.

A analogia feita pela professora entre aprender a ler desenhos infantis e o processo de alfabetização indica que