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Um paciente, com histórico de fadiga crônica e palidez cutâneo-mucosa, procurou um cirurgião-dentista para avaliação. Durante a anamnese, o profissional suspeitou de uma condição sistêmica que poderia impactar o tratamento odontológico. Para confirmar suas hipóteses diagnósticas, o dentista solicitou exames laboratoriais.
Um paciente de 55 anos, fumante e etilista crônico, procurou atendimento odontológico com queixa de uma lesão esbranquiçada e endurecida em soalho de boca, notada há cerca de três meses. Ao exame clínico, observou-se uma área leucoplásica com aspecto irregular e induração palpável. Diante da suspeita clínica de malignidade, é fundamental que o cirurgião-dentista esteja atento aos fatores de risco e às características que podem indicar o desenvolvimento de câncer bucal.
Um paciente comparece ao serviço de estomatologia com queixa de lesão ulcerada em região de soalho bucal, com cerca de 2 cm de diâmetro, bordas endurecidas e base necrótica, presente há aproximadamente 3 semanas. O paciente refere ser tabagista e etilista crônico. O cirurgião-dentista, após a anamnese detalhada e o exame físico, precisa considerar as hipóteses diagnósticas. Qual a principal preocupação diante de um quadro como este?