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De acordo com os resultados do estudo SB Brasil 2023, a maior prevalência de problemas periodontais na população brasileira acomete a faixa etária entre
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Conforme a necessidade dos municípios, estes devem discutir e pactuar junto à população e aos profissionais de saúde bucal outros indicadores com vistas à melhoria no desempenho dos serviços da atenção básica e situação de saúde desta população.


(Caderno de Atenção Básica – Saúde Bucal).


Sobre os indicadores de saúde bucal, formalizados pelo Pacto da Atenção Básica, assinale a alternativa INCORRETA.

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Na avaliação periodontal clínica e epidemiológica, diferentes índices são utilizados com objetivos específicos. Relacione os índices apresentados na coluna I com suas respectivas características na coluna II.



Coluna I



1. Índice Periodontal Comunitário (CPI)


2. Perda de Inserção Periodontal (PIP)


3. Índice de Alterações Gengivais (AG)



Coluna II



( ) Avalia sangramento gengival, cálculo e profundidade de bolsa em sextantes.


( ) Estima a destruição periodontal acumulada com base na junção cemento-esmalte.


( ) Utilizado principalmente em crianças, baseado na presença de sangramento gengival.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

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Um indivíduo com índice CPO-D = 7 é classificado como:
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No contexto da consolidação da Política Nacional de Saúde Bucal no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), considere os fundamentos da odontologia aplicada à saúde pública, especialmente no que se refere à atenção integral, à organização da rede de atenção à saúde bucal, à atuação do cirurgião-dentista na Atenção Primária à Saúde (APS) e na atenção ambulatorial especializada, bem como ao cuidado centrado na pessoa e no território.
Em determinado município de médio porte, com cobertura de 85% da Estratégia Saúde da Família (ESF), observam-se os seguintes problemas:
1. Alta prevalência de cárie não tratada em escolares de territórios socialmente vulneráveis, apesar da cobertura formal de equipes de saúde bucal.
2. Encaminhamentos excessivos para Centros de Especialidades Odontológicas (CEO), com baixa resolutividade na Atenção Primária e filas prolongadas para endodontia e periodontia especializada.
3. Fragmentação do cuidado, com ausência de Projeto Terapêutico Singular (PTS) em casos complexos e inexistência de fluxos de referência e contrarreferência efetivos.
4. Planejamento das ações baseado predominantemente na demanda espontânea, sem análise epidemiológica territorial sistemática.
5. Baixa articulação intersetorial, especialmente com escolas e assistência social, nos territórios de maior risco social.
À luz dos princípios da integralidade, equidade, territorialização, regionalização e coordenação do cuidado em rede, assinale a alternativa que apresenta a análise mais consistente e tecnicamente fundamentada acerca da reorganização da atenção odontológica no município.
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