Filtrar


Questões por página:
O menor poema da língua é do modernista Oswald de Andrade, formado pelo título e uma palavra:
AMOR Humor
Acerca da linguagem modernista pode-se afirmar que:
O romance conta a história de Eugênio, filho de um alfaiate pobre, que quer subir na vida. Formado em Medicina, sente a sua condição de ter vindo de uma classe social humilde. É inseguro, conhece Olívia, são dois médicos que sofrem as angústias do mundo moderno. Olívia lhe dá uma filha e, quando ela morre, a filha perpetua a presença da mulher amada, para Eugênio. A história tem duas partes: na primeira, acontece o cruzamento de dois níveis temporais, o presente (Eugênio dentro do carro em direção ao hospital) e o passado (sua infância, seus traumas, o conhecimento de Olívia, o casamento com Eunice, a frustração, o sentimento de se ter vendido para vencer); a segunda parte desenvolve-se de maneira mais linear, embora o passado se misture ao presente, através das cartas de Olívia e pela presença da filha. Nessa narrativa de vários planos temporais, é evidente uma crítica à sociedade fútil e vazia, ao acúmulo de riquezas e à consequente hipocrisia das relações sociais. Nesse mundo em crise, a voz de Olívia representaria a mensagem do próprio autor, simbolizada na metáfora do título. Uma mensagem de otimismo, de confiança, que Eugênio só compreenderá no final. É significativo que o herói do romance, Eugênio, seja um médico. O médico tornou-se na sociedade atual, o intermediário entre a ciência, a técnica e o sentimento humanitário. Pensando primeiro em si mesmo, egoisticamente, Eugênio evolui para a solidariedade, através das colocações de Olívia, que mesmo depois de morta é uma personagem presente no romance, fazendo contraponto com Eugênio. Tal comentário refere-se à obra:
Caracterizava-se pela preocupação com a verdade, não apenas verossímil, mas com a verdade exata, a que se chega através de observação e análise. Na recriação artística da realidade, os autores da época põem em primeiro plano as impressões sensoriais, através da descrição objetiva. Os detalhes são da maior importância e nada é desprovido de interesse. O movimento valoriza as personagens esféricas, que apresentam simultaneamente várias qualidades ou tendências; são complexas, multiformes, repelem qualquer simplificação. Centra-se no presente, no momento vivido pelo autor. São frequentes a crítica social, que busca desnudar as mazelas da burguesia e do clero, e a análise psicológica, voltada para a investigação dos motivos das ações humanas. Tais afirmações referem-se ao:
Publicado em 1844, o romance tornou-se o introdutor da ficção romântica em nossa literatura, foi a origem de várias obras congêneres que acabaram influenciando autores como José de Alencar, Bernardo Guimarães, Visconde de Taunay e outros. Foi o primeiro romance urbano da Literatura Brasileira. O enredo tem um grupo de estudantes de Medicina, formado por Augusto, Leopoldo, Fabrício e Felipe; eles resolvem passar um fim de semana na ilha de..., onde mora Felipe. Augusto afirmava que jamais se apaixonaria e resistiria a qualquer namoro duradouro. Então, Felipe aposta com ele: se acontecesse de Augusto namorar alguém durante quinze dias, ou mais, seria obrigado a escrever um romance contando tal fato. Na ilha, aos poucos, Augusto fica encantado por Carolina, irmã de Felipe. Entretanto, o moço tem juramento feito a uma menina que conhecera aos treze anos; resolvido o conflito, já que Carolina era a mesma a quem Augusto jurara eterna fidelidade, o amor se concretiza favoravelmente. Tal comentário refere-se ao romance:
Leia o poema abaixo:
SE EU MORRESSE AMANHÃ!
Se eu morresse amanhã, viria ao menos Fechar meus olhos minha triste irmã; Minha mãe de saudades morreria Se eu morresse amanhã!
Quanta glória pressinto em meu futuro! Que aurora de porvir e que manhã! Eu perdera chorando essas coroas Se eu morresse amanhã!
Que sol! que céu azul! que doce n'alva Acorda a natureza mais louçã! Não me batera tanto amor no peito Se eu morresse amanhã!
Mas essa dor da vida que devora A ânsia de glória, o dolorido afã... A dor no peito emudecera ao menos Se eu morresse amanhã! (Álvares de Azevedo)
De acordo com o poema e seu contexto, assinale a alternativa correta: