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Mulher de 36 anos é levada à unidade de saúde pelo marido porque, nos últimos oito meses, ela se recusa a sair de casa, acreditando que os vizinhos estão tentando prejudicá-la. Ela tem medo de que, se a virem, eles a machuquem, apesar de não existir base racional para corroborar essa ideia. Essas evidências, apontadas por ela, incluem: os vizinhos deixarem suas latas de lixo na rua para tentar fazê-la tropeçar; estacionarem seus carros nas garagens para se esconderem atrás deles e espioná-la; e passarem pela frente de sua casa para tentar ver onde ela está se escondendo. Ela afirma que seu humor está bom e que estaria melhor “se eles a deixassem em paz”. A paciente nega ouvir os vizinhos ou qualquer outra pessoa falando com ela, mas tem certeza de que eles estão tentando causar “caos na sua vida” e até mesmo “matá-la”.

Com as informações fornecidas, a hipótese diagnóstica mais provável é
Mulher de 36 anos é levada à unidade de saúde pelo marido porque, nos últimos oito meses, ela se recusa a sair de casa, acreditando que os vizinhos estão tentando prejudicá-la. Ela tem medo de que, se a virem, eles a machuquem, apesar de não existir base racional para corroborar essa ideia. Essas evidências, apontadas por ela, incluem: os vizinhos deixarem suas latas de lixo na rua para tentar fazê-la tropeçar; estacionarem seus carros nas garagens para se esconderem atrás deles e espioná-la; e passarem pela frente de sua casa para tentar ver onde ela está se escondendo. Ela afirma que seu humor está bom e que estaria melhor “se eles a deixassem em paz”. A paciente nega ouvir os vizinhos ou qualquer outra pessoa falando com ela, mas tem certeza de que eles estão tentando causar “caos na sua vida” e até mesmo “matá-la”.

Com as informações fornecidas, a hipótese diagnóstica mais provável é
Genézio tem 37 anos, é natural e residente em Salvador, eletricista, casado e pai de dois filhos. Há duas semanas, Genézio tem ouvido sua mãe falar com ele, dando conselhos ao filho, bem como mandando mensagens para terceiros. Sua mãe, a quem ele sempre foi muito próximo, faleceu há 2 meses, aos 78 anos. Ele, quando começou a ouvir a mãe, foi a um neurologista, pois ficou muito assustado e acreditou estar com algum problema cerebral ou mental. O neurologista descartou alterações neurológicas que pudessem causar o quadro e encaminhou o paciente para uma avaliação psiquiátrica. O psiquiatra constatou sinais de uma personalidade bem constituída, sintomas melancólicos leves, além de uma busca por novos significados na vida depois que sua mãe morreu. Não se observaram outros sintomas nem história de transtornos mentais. Genézio mantém o trabalho e a convivência familiar com o mesmo desempenho, mas se afastou um pouco dos amigos do futebol. O seu irmão mais velho foi diagnosticado com esquizofrenia e faz tratamento regular. Ele nunca foi uma pessoa religiosa e, de fato, sempre foi cético. Porém, toda sua família (incluindo sua mãe) abraça a cultura religiosa espírita de matriz africana. Tanto que Genézio tem percebido esse fenômeno como uma experiência espiritual e tem frequentado o centro espírita de sua família.  
Para o caso narrado, em consonância com o DSM-5-TR, assinale a opção que indica o diagnóstico mais provável e a conduta mais acertada. 
Assinale a opção que indica, corretamente, um efeito colateral da clozapina, conforme a bula padrão, ocorrendo em mais de 1% dos pacientes. 
No âmbito da psicopatologia psiquiátrica, assinale a alternativa que mais se aproxima da definição da Síndrome de Ekbom.