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Paciente do sexo masculino, de 24 anos, recém diagnosticado com esquizofrenia, após primeiro episódio psicótico, comparece à consulta de retorno, acompanhado por sua mãe. Ela pergunta se o transtorno é genético, pois está preocupada com a possibilidade de que seus outros filhos também o manifestem.
Considerando o conhecimento atualmente disponível sobre os aspectos genéticos da esquizofrenia, assinale a afirmativa correta.
Uma primigesta de 28 anos, sem antecedentes psiquiátricos conhecidos, é levada ao pronto-socorro pelo marido no 12º dia após um parto vaginal sem intercorrências. Nas últimas 48 horas, tornou-se progressivamente agitada, dorme menos de duas horas por noite e passou a apresentar comportamento estranho, recusando-se a amamentar e a segurar o recém-nascido. Afirma que seu filho foi "escolhido para uma missão divina" e que "vozes" orientam que ele deve ser purificado antes que "forças malignas" o levem. O marido relata que precisou impedir a paciente de realizar esse "ritual". Ao exame, encontra-se desorientada no tempo, com pensamento desorganizado, importante labilidade emocional e alucinações auditivas. O recém-nascido encontra-se saudável.

A conduta mais adequada é
Os transtornos psicóticos sem outra especificação compreendem quadros com sintomas psicóticos que não preenchem critérios completos para os transtornos psicóticos classicamente definidos. A categoria diagnóstica utilizada quando sintomas psicóticos estão presentes, mas há informação insuficiente para estabelecer um diagnóstico específico, ou quando os sintomas são contraditórios entre si, é denominada:
A esquizofrenia é classificada conforme critérios diagnósticos que exigem a presença de sintomas característicos por período mínimo determinado. Segundo o DSM-5, a duração mínima dos sinais contínuos do transtorno, incluindo o período de sintomas ativos, exigida para o diagnóstico de esquizofrenia, é de:
O transtorno delirante paranoico caracteriza-se pela presença de delírios bem sistematizados, sem o comprometimento funcional global observado na esquizofrenia. A característica clínica que diferencia fundamentalmente o transtorno delirante da esquizofrenia, mesmo na presença de delírios de conteúdo semelhante, é a: