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Caio, 16 anos de idade, com diagnóstico de esquizofrenia, mora com a mãe e um irmão de 5 anos de idade, e realiza acompanhamento por equipe multiprofissional em um CAPS infantojuvenil (CAPSij) há 5 meses. No entanto, nas últimas duas semanas, apresentou piora importante do quadro clínico, com desorganização do comportamento, agitação psicomotora, agressividade verbal e episódios de agressão física contra a mãe e o irmão. Durante visita domiciliar, a mãe relata que Caio abandonou a medicação há mais de um mês. Inicialmente, a mãe tentou convencê-lo a tomar a medicação, mas devido piora da agressividade, desistiu. Equipe observa que o paciente está com higiene precária, emagrecido, com comportamento persecutório, dizendo que “precisa atacar antes que o machuquem”. A equipe tentou aproximação, mas Caio recusou qualquer contato com os profissionais. A mãe, exausta e preocupada com a integridade do filho menor, solicita ajuda da equipe. Com base na organização da RAPS e nas diretrizes da Política Nacional de Saúde Mental para adolescentes, nesse caso, a equipe deve 
Em relação ao tratamento da esquizofrenia na infância e adolescência, assinale a alternativa correta: 
Em relação à psicose na infância e adolescência, assinale a alternativa correta. 
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Assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem terapêutica inicial. 
Mulher, 68 anos de idade, 9 anos de escolaridade, inicia quadro com ideias persecutórias, prejuízo de funcionamento social e alucinações auditivas com preservação da cognição. Nega história psiquiátrica anterior. MEEM: 28. RM de crânio normal. Delírios bem estruturados, com pouca crítica. Qual diagnóstico é mais compatível com esse quadro?