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Considere a sequência de atividades, a partir do texto Macabéa: Flor de Mulungu, de Conceição Evaristo:

Atividade: Explorando "Macabéa: Flor de Mulungu” de Conceição Evaristo como releitura de "A Hora da Estrela” de Clarice Lispector 

Objetivo: Analisar as obras "Macabéa: Flor de Mulungu” e "A Hora da Estrela" sob diferentes perspectivas criticas, considerando aspectos estruturais, estilísticos, discursivos e culturais, e estabelecer conexões com o contexto contemporâneo. 
Materiais necessários: Textos "Macabéa: Flor de Mulungu", de Conceição Evaristo; e "A Hora da Estrela”, de Clarice Lispector; acesso a recursos para pesquisa (opcional), caderno ou meio digital para registro das respostas.  
Passo a passo:
1.Introdução as obras e as autoras: 
-Apresentar aos alunos as autoras Conceição Evaristo e Clarice Lispector, destacando suas contribuições para a literatura brasileira. 
-Explicar brevemente as obras "Macabéa: Flor de Mulungu" e "A Hora da Estrela”, contextualizando-as dentro do movimento literário e social em que foram produzidas. 

2.Comparagao estrutural e estilística: 
-Distribuir trechos selecionados de ambas as obras para os alunos. 
-Pedir para os alunos compararem a estrutura narrativa, o estilo de escrita, os recursos literários utilizados (como narrador, tempo narrativo e linguagem) em cada uma das obras. 
-Orienta-los a fazer anotações sobre semelhanças e diferenças perceptíveis na forma como as histórias são contadas e desenvolvidas. 

3.Análise de aspectos discursivos e culturais: 
-Promover uma discussão em grupo sobre os temas abordados nas obras, como identidade, marginalização social, condição da mulher na sociedade, entre outros. 
-Explorar como as personagens principais (Macabéa em "Macabéa: Flor de Mulungu" e Macabéa em "A Hora da Estrela") são retratadas e como suas histórias refletem visões de mundo especificas. 

4.Dialogo com o contexto de produção: 
-Incentivar os alunos a pesquisar sobre o contexto histórico e cultural em que cada obra foi escrita. 
-Discutir como essas obras dialogam com movimentos estéticos e culturais da época, como o modernismo, o pós-modernismo, o feminismo, o movimento negro, entre outros.  

5.Produgéo textual:
-Pedir aos alunos para escreverem um ensaio comparativo entre "Macabéa: Flor de Mulungu" e "A Hora da Estrela", destacando suas análises sobre estrutura, estilo, aspectos discursivos e culturais.  
-Eles devem incluir reflexões sobre como as obras dialogam com questões contemporâneas, como questões de identidade, representação e justiça social. 

6.Apresentação e discussão final: 
-Finalizar a atividade com uma sessão de apresentação dos ensaios produzidos pelos alunos. 
-Promover uma discussão final sobre as descobertas e insights obtidos durante a análise das obras, incentivando os alunos a compartilharem suas perspectivas e conclusões. 

Avaliação: Avaliar os alunos com base na profundidade da análise realizada no ensaio comparativo, na capacidade de estabelecer conexões significativas entre as obras e seu contexto, na clareza da argumentação e na habilidade de expressar ideias de forma crítica e fundamentada.  

Assinale a alternativa que apresenta a habilidade indicada no Ensino de Língua Portuguesa no Ensino Médio que mais coerentemente seria alcançada com a prática apresentada:  
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Com base no texto, e nos conhecimentos sobre o modernismo, assinale a alternativa correta.
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Ao afirmar “Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...” (9º§), a autora, Cecília Meireles, profere sobre: 
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Sobre o poema é possível afirmar:
1- O poema é um soneto que ilustra uma característica típica do Barroco: o uso de situações ambivalentes, que possibilitam dupla interpretação.
2- A imagem de Cristo crucificado dá origem às metonímias que constituirão os argumentos apresentados por Gregório de Matos Guerra.
3- Cada uma das partes do corpo de Cristo representa uma atitude acolhedora, magnânima, uma manifestação de bondade e comiseração. 
4- Os versos 5, 9, 10, 11, 12 e 13 constroem-se com a omissão do verbo, já referido no 1º verso – correndo vou. Em todos eles ocorre o procedimento estilístico denominado zeugma.
É ou são verdadeira (s).
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Sobre o poema é possível afirmar:
1- O poema é um soneto que ilustra uma característica típica do Barroco: o uso de situações ambivalentes, que possibilitam dupla interpretação.
2- A imagem de Cristo crucificado dá origem às metonímias que constituirão os argumentos apresentados por Gregório de Matos Guerra.
3- Cada uma das partes do corpo de Cristo representa uma atitude acolhedora, magnânima, uma manifestação de bondade e comiseração. 
4- Os versos 5, 9, 10, 11, 12 e 13 constroem-se com a omissão do verbo, já referido no 1º verso – correndo vou. Em todos eles ocorre o procedimento estilístico denominado zeugma.
É ou são verdadeira (s).