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O francês Viollet-le-Duc postulava que restaurar um edifício não é mantê-lo, repará-lo ou refazê-lo, é restabelecê-lo em um estado que pode não ter existido nunca em dado momento; que dever-se-ia distinguir o antigo do novo, fazer sobressair os sinais das intervenções e das partes substituídas por equivalentes de melhor material e por mais eficazes meios. Esse teórico francês teve um contemporâneo que a ele se opunha e que defendia a preservação da integridade das obras no estado de conservação em que estivessem; que deveria haver o respeito absoluto à matéria original, sem nada remover. Entre as opções a seguir, assinale a CORRETA para o contemporâneo oponente de Viollet-le-Duc nos conceitos e restauro acima informados.
Entre as teorias urbanísticas, relata-se que, no período entre 1853 e 1870, o prefeito do Sena, em Paris, implantou o que se pode conhecer como o urbanismo estético-viário. Nesse período, houve a renovação da cidade, com a abertura de grandes espaços urbanos e avenidas, modificando os velhos quarteirões ainda medievais. Tal prefeito, autor dessas modificações e que ficou conhecido como “o artista da demolição”, colocou abaixo o antigo casario e, em seu lugar, edificou amplos bulevares, todos com novas construções padronizadas, apoiadas por serviços de esgoto, gás encanado e abastecimento de água tratada. Entre as opções a seguir, assinale a opção CORRETA de quem é o autor dessa renovação urbana.
No que se refere à evolução da arquitetura, Jonathan Glancey, em seu livro A História da Arquitetura, discorre sobre a evolução desta arte e técnica, através dos períodos históricos. Ao apresentar o período denominado “Renascimento”, informa que é considerado que a arquitetura renascentista teve início com um arquiteto e determinada obra em particular. Entre as opções a seguir, escolha qual é o arquiteto e a obra tidos como o início do período denominado Renascimento, na arquitetura.
A segunda metade do século XX viu surgir, na Amazônia brasileira, uma variante do chamado regionalismo crítico (segundo a terminologia do britânico Kenneth Frampton, em sua História Crítica da Arquitetura Moderna) na Arquitetura e Urbanismo. Dentre alguns de seus maiores expoentes, está o engenheiro-arquiteto Milton José Pinheiro Monte (1928-2012), de quem uma de suas obras é ilustrada a seguir, parte do complexo-sede do clube social Assembleia Paraense, localizado na cidade de Belém-PA.

Q44_1.png (489×497)
Q44_2.png (472×257)

Figura 17 Croquis, perspectivas e fotos do Complexo Assembleia Paraense, projeto dos anos 1990 de Milton Monte. Elementos do complexo AP por Milton Monte: Esboços tridimensionais, o Toc-Toc, o Central e o Salão de Festas (vistas e perspectiva). Fonte: Blog da Fau/LAFORA, fauufpa.org. Disponível em: https://fauufpa.org/2010/07/21/a-assembleia-paraense-de-milton-monte-empostagem/ . Acesso em: https://fauufpa.org/2010/07/21/a-assembleia-paraense-de-milton-monte-empostagem/ . Acesso em: 01 fev.2025.

Após observar a ilustração anterior, indique qual das alternativas condiz com a tradição amazônica de projeto arquitetônico.
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Assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso. Entre as contribuições de Le Corbusier à formulação de uma nova linguagem arquitetônica para o século XX se encontram estes cinco pontos, formalizados no projeto da "Villa Savoye":

( ) Planta Livre resulta igualmente da independência da estrutura. Assim, a fachada pode ser projetada sem impedimentos. ( )Fachada Livre: : através de uma estrutura independente permite a livre locação das paredes, já que estas não mais precisam exercer a função estrutural.
( )Pilotis: sistema de pilares que elevam o prédio do chão, permitindo o trânsito por debaixo do mesmo.
( )Terraço Jardim: possibilitadas pela fachada livre, permitem uma relação desimpedida com a paisagem. ( )Janelas em fita: "recupera" o solo ocupado pelo prédio, "transferindo-o" para cima do prédio na forma de um jardim.