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Uma equipe de saúde mental em Araguaína (TO) discute estratégias para combater o estigma associado aos transtornos mentais. O assistente social da equipe levanta a importância de uma abordagem que respeite a individualidade e as experiências dos usuários, em contraposição a discursos que focam unicamente na patologia.
Um assistente social atua em um centro de referência especializado em assistência social (CREAS) e se depara com uma família em situação de vulnerabilidade social, onde um adolescente de 15 anos está sendo exposto a situações de risco em razão da falta de supervisão parental e do envolvimento com atividades ilícitas. O profissional precisa desenvolver estratégias de intervenção que visem proteger o adolescente e fortalecer os vínculos familiares, considerando os direitos e a especificidade da situação.