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Os receptores nucleares são proteínas solúveis presentes no citosol ou no núcleo da célula, dessa forma, necessário que seu agonista atravesse a membrana plasmática para que ele seja ativado. Após serem ativados, estes receptores formam dímeros, que irão interagir com sequências repetitivas específicas da cadeia de DNA. Sua atividade, no entanto, depende ainda de moléculas coadjuvantes (coativadoras e correpressoras), cuja função é 
Os receptores acoplados à proteína G constituem uma numerosa família de receptores fisiológicos, sendo usados como alvo por cerca de 30% dos fármacos. Entre os vários processos relacionados a sua ação, é reportado que estes receptores podem formar dímeros e, possivelmente, oligômeros, que podem influenciar
I. na regulação da afinidade a especificidade do receptor pela proteína G.
II. no fluxo de íons através do canal do receptor.
III. na ligação dos receptores a fatores de transcrição.
IV. na dessensibilização dos receptores, por ação de GRKs.
Está(ão) correto(s) o(s) item/itens
A análise da curva ‘concentração x efeito’ apresentada no gráfico abaixo, permite afirmar que a droga A possui
Imagem associada para resolução da questão
Desde a interação de um agonista com um receptor fisiológico até a manifestação de seu efeito, há uma complexa cadeia de eventos envolvendo proteínas transmembrana, enzimas, moléculas solúveis e até mesmo íons. A este complexo é dado o nome de 
“Se quiserem explicar o que é um veneno, o que, então, não é um veneno? Todas as coisas são um veneno, e nada é sem veneno; somente a dosagem estabelece se algo não é um veneno”. A célebre frase atribuída a Paracelso, médico alemão, denota a dualidade sempre presente na aplicação de fármacos. Neste sentido, o grau de seletividade de um fármaco para produzir efeitos benéficos ou adversos é refletido pelo termo
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