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Mulher de 42 anos, portadora de obesidade grau III (IMC 48 kg/m²), diabetes mellitus tipo 2, apneia obstrutiva do sono grave em uso de CPAP domiciliar, e doença do refluxo gastroesofágico em uso de omeprazol, é admitida para gastroplastia redutora videolaparoscópica eletiva. A avaliação de via aérea revela Mallampati IV, circunferência cervical de 48 cm, distância tireomentoniana de 5 cm e extensão cervical limitada a 20 graus. O jejum de 12 horas para sólidos e 4 horas para líquidos claros foi respeitado. Durante a indução com sequência rápida de intubação, após três tentativas de laringoscopia direta sem sucesso (Cormack-Lehane IV), a saturação de oxigênio cai para 78%. A máscara laríngea de segunda geração é inserida com dificuldade, permitindo ventilação com SpO₂ de 92%. O cirurgião questiona se o procedimento deve prosseguir ou ser suspenso. A paciente apresenta estabilidade hemodinâmica. De acordo com o caso clínico, assinale a alternativa que indica a conduta CORRETA:
Mulher de 34 anos, gestante de 36 semanas, portadora de diabetes mellitus gestacional em uso de insulina NPH, IMC de 38 kg/m², é admitida para cesariana de emergência por descolamento prematuro de placenta. Refere ter ingerido refeição completa há 2 horas. A avaliação de via aérea revela Mallampati III, distância tireomentoniana de 5 cm e abertura oral de 3,5 cm. Considerando os fatores de risco para broncoaspiração perioperatória presentes neste caso, a estratégia para proteção das vias aéreas durante a indução anestésica deve ser:
Homem de 42 anos, vítima de queda de altura com traumatismo cranioencefálico associado, é levado ao centro cirúrgico para drenagem de hematoma subdural. Apresenta Escala de Coma de Glasgow de 7, pupilas isocóricas e fotorreagentes, PA 90/60 mmHg, FC 110 bpm. O Anestesiologista planeja a indução anestésica considerando a instabilidade hemodinâmica e a hipertensão intracraniana presumida. Nesse contexto, assinale o agente hipnótico de indução CORRETO:
Paciente do sexo feminino,52 anos, Índice de Massa Corporal (IMC) 48 kg/m², ASA III, será submetida a gastrectomia vertical sob anestesia geral. O Anestesiologista avalia que o diâmetro anteroposterior do tórax e o tecido mamário da paciente dificultam a laringoscopia direta. Para otimizar o posicionamento da cabeça e melhorar a visualização da laringe durante a intubação orotraqueal, a técnica CORRETA deve ser:
Gestante de 36 semanas, obesidade grau II (IMC 38 kg/m²), Mallampati III, submetida a cesariana de urgência por descolamento prematuro de placenta. Após indução em sequência rápida com manobra de Sellick, a primeira tentativa de laringoscopia direta resulta em falha na intubação traqueal. A equipe decide inserir um dispositivo supraglótico para resgate da ventilação. Diante do exposto, a conduta CORRETA em relação à manobra de Sellick deve ser: