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Um paciente de 57 anos recebe ventilação por pressão de suporte via traqueostomia devido a diagnóstico de pneumonia associada a ventilação mecânica. Está internado no CTI em pós-operatório de uma hemicolectomia esquerda por doença diverticular há 10 dias. Apresenta um “íleo” e, por isso, esta? com uma sonda nasoga?strica com drenagem de alto débito. Encontra-se agitado, mas não combativo, com taquicardia sinusal e QTc de 460ms com capnografia normal. Seu pensamento está desorganizado, com estado mental flutuante, sendo feito um diagnóstico de delírio hiperativo.
A melhor escolha farmacológica para a abordagem do quadro de delírio é
Homem, de 55 anos, com miocardiopatia chagásica com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 25%, entra em serviço de emergência por sensação de pré-síncope e intensa fadiga. Faz restrição hídrica e tratamento farmacológico otimizado para insuficiência cardíaca, com boa aderência terapêutica. Pressão arterial: 95 x 55 mmHg; frequência cardíaca: 88 bpm. Pulsos filiformes, tempo de enchimento capilar de 4 segundos. Ausculta pulmonar normal e ausência de edema de membros inferiores.

Assinale a alternativa que apresenta a conduta inicial correta. 
Um paciente é internado com a hipótese diagnóstica de tempestade tireoidiana (thyroid storm). Quais são os medicamentos e qual a ordem correta para administrá-los nessa situação?
A asfixia perinatal é uma doença grave, que acomete entre 1 e 6 bebês a cada mil nascidos vivos em países desenvolvidos, representando a terceira causa mais comum de morte neonatal no mundo, estimada em 23%. O acometimento é multissistêmico e se destaca pelo comprometimento neurológico denominado encefalopatia hipóxico-isquêmica.

O comprometimento neurológico clinicamente manifesta-se por convulsões neonatais. Qual o tratamento de primeira escolha para as convulsões?
Mulher de 35 anos, com diagnóstico de epilepsia do lobo temporal há 5 anos, controlada previamente com carbamazepina 600 mg/dia, relata aumento recente na frequência das crises parciais complexas. Nega uso irregular da medicação. Exames laboratoriais revelam níveis séricos dentro da faixa terapêutica da carbamazepina. A paciente refere ainda sonolência excessiva, dificuldade de concentração e episódios de diplopia. Como a monoterapia parece insuficiente, cogita-se associação com outro fármaco.

Considerando o perfil farmacológico da carbamazepina e os potenciais riscos de interações medicamentosas, assinale a alternativa que apresenta a melhor estratégia de associação antiepiléptica, com menor risco de interação farmacocinética relevante e boa tolerabilidade.