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Leia as afirmativas a seguir:


I. As notificações de Reações Adversas a Medicamentos e de queixas técnicas constituem a principal estratégia de coleta de dados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A notificação sistemática de reações adversas e sua análise estatística permanente permitem gerar alertas ou “sinais” sobre o comportamento dos medicamentos na população. O êxito ou o fracasso de qualquer atividade de farmacovigilância dependem da notificação das suspeitas de reações adversas.

II. As prescrições médicas devem ser analisadas tecnicamente pelo farmacêutico antes da dispensação dos medicamentos, sanando as dúvidas com o prescritor, registrando as intervenções e decisões tomadas. A análise deve ocorrer também, quando possível, em situações de emergência ou falha do sistema. Deverão ser analisados pelos farmacêuticos, minimamente: presença da assinatura e identificação do prescritor, legibilidade, nome do medicamento, dose, modo de preparo e utilização (diluição, concentração, tempo de infusão, adaptações de formas farmacêuticas), via de administração (observando o tipo de acesso venoso), posologia, incompatibilidades e interações medicamentosas.


Marque a alternativa CORRETA:

Conforme a Portaria nº 344 de 1998, que aprova o regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial, o Metilfenidato e o Nitrazepam são substâncias constantes em quais das listas do referido regulamento técnico, respectivamente:

A 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (HA) descreve que, entre 2006 e 2014, houve um aumento da prevalência do excesso de peso (IMC > 25 kg/m2 ) e obesidade (IMC > 30 kg/m2 ) em indivíduos entre 35 e 64 anos no Brasil. O consumo excessivo de sódio também tem se somado aos fatores de risco para HA, associando-se a eventos deletérios nos sistema cardiovascular e renal. Outras condições constituem-se como fatores ofensivos à saúde, tais como o consumo crônico e elevado de bebidas alcoólicas, sedentarismo, fatores socioeconômicos (baixo nível de escolaridade) e genéticos. Desde que exista indicação farmacoterapêutica para a hipertensão arterial, o paciente deve ser orientado sobre a importância do uso contínuo, da necessidade eventual de ajustes de dose ou troca de medicamento e inclusive sobre o aparecimento de eventos adversos.

(Fonte: 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, 2016. Adaptado).

Abaixo estão descritas as características gerais dos fármacos anti-hipertensivos e seus principais eventos adversos.

I - Os diuréticos exercem efeito anti-hipertensivo, proporcionando uma diminuição da volemia e o aumento da resistência vascular periférica.

II - O efeito anti-hipertensivo dos diuréticos não está diretamente relacionado à dose, porém os efeitos colaterais estão, como, por exemplo, câimbra, fraqueza e disfunção erétil.

III - Os diuréticos podem provocar intolerância à glicose, estimulando a liberação de insulina pelo pâncreas, aumentando o risco para o desenvolvimento de Diabetes Mellitus Tipo 2.

IV - O aumento dos níveis séricos de ácido úrico é um efeito quase universal relacionado ao uso de diuréticos e, em pacientes com predisposição, é comum a precipitação de crises de gota.

V - O uso dos diuréticos em baixas doses diminui o risco dos efeitos adversos, sem prejuízo da eficácia antihipertensiva.


Está CORRETO o que se afirma em:

A rastreabilidade dos medicamentos no Brasil é rígida pela Lei nº 13.410, de 28 de dezembro de 2016, juntamente com a nova Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 319, de 12 de novembro de 2019. A nova resolução (RDC nº 319) altera o texto da RDC nº 157/17, que trata da implantação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM) e os mecanismos e procedimentos para o rastreamento de fármacos. A partir dessas resoluções os medicamentos receberão uma identificação única impressa na embalagem, conhecida como “Identificador Único de Medicamentos” (IUM). O IUM é composto por, EXCETO:
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A farmacovigilância também é conhecida como ensaios pós-comercialização ou fase IV.