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Em 1998, os cientistas Rawlins e Thomas propuseram classificações para as reações adversas a medicamentos, baseando-se principalmente em seus mecanismos de ação. De acordo com esta categorização, as reações do tipo A apresentam como mecanismo de ação 
As categorias de causalidade determinam a relação causal entre a utilização de determinada substância e as reações adversas observadas. De acordo com Naranjo et al. (1981), a pontuação de 5 a 8 indica a categoria de provável, a qual sugere que o evento clínico apresenta
A avaliação de reações adversas a medicamentos mais utilizada no meio clínico é a avaliação subjetiva, empírica, que considera a experiência clínica da equipe de saúde. Esse tipo de abordagem pode resultar em conclusões imprecisas e de pouca reprodutibilidade e é chamada de 
Com o objetivo de favorecer a avaliação das reações adversas causadas por medicamentos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou o sistema Anatomical-Therapeutic-Chemical (ATC) para padronizar a classificação de fármacos. Em farmacovigilância, a classificação ATC e o uso dos termos das reações adversas padronizadas pela OMS (WHO – ART) devem ser utilizados preferencialmente na etapa chamada de 
Há muitos fatores que favorecem o surgimento de Reações Adversas a Medicamentos. De forma geral, pode-se dividir estes fatores em 2 grupos: (1) ligados ao paciente e (2) ligados ao medicamento. Em idosos e na polifarmácia, há maiores incidências de reações adversas. Em hospitais, em cerca de 10 a 20% das internações ocorrem reações adversas, das quais, até 20% são consideradas graves (Marsh, 2023). Na investigação clínica da relação entre um medicamento e os fatores de risco potenciais para uma determinada reação adversa a medicamentos, deve-se adotar um estudo