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Sobre a filosofia brasileira, considere o trecho a seguir:

Nasceu em Campinas, São Paulo, em 1963. Doutor em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é uma referência na filosofia da educação no Brasil. Seus estudos exploram a pedagogia libertária e o anarquismo, defendendo uma educação emancipadora e crítica. Também desenvolveu pesquisas sobre o ensino de filosofia no país, propondo metodologias inovadoras que conectam a filosofia à prática educativa.

O trecho refere-se ao:
Considere o texto a seguir.

“Se analisarmos as hipóteses já concebidas pela filosofia ou pela razão comum para explicar a diferença entre a beleza e a deformidade, veremos que todas se reduzem a esta: que a beleza é uma ordenação e estrutura tal das partes que, pela constituição primitiva de nossa natureza, pelo costume, ou ainda pelo capricho, é capaz de dar prazer e satisfação à alma. Este é o caráter distintivo da beleza, constituindo toda a diferença entre ela e a deformidade, cuja tendência natural é produzir desprazer. O prazer e o desprazer, portanto, não são apenas os concomitantes necessários da beleza e da deformidade, mas constituem sua essência.”

Esse fragmento apresenta características da Estética vinculadas ao pensamento de
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Denomina-se “ideologia” o conjunto de ideias que definem certa visão de mundo. Embora a utilização marxiana do termo tenha ganhado notoriedade a partir do século XIX, com a obra “A ideologia alemã”, o termo já era utilizado por pensadores de expressão francesa. A primeira aparição do termo foi na obra:
Desde os tempos pré-históricos, o ser humano constrói no mundo suas próprias coisas, demonstrando maior ou menor habilidade. A esse conjunto de coisas feitas pelo homem e que se distinguem por revelarem capricho, talento, perícia e eficiência podemos associar o nome arte. Além disso, podemos dizer que a arte é um fenômeno social, porque:
Nos últimos séculos, a ciência e a tecnologia foram capazes de alterar drasticamente a sociedade. À medida que a ciência se mostrou capaz de compreender a realidade e transformar o mundo, houve a tendência de desprezar outras abordagens como o mito, a religião, o bom senso, a arte e a filosofia (ARANHA, 1992, pág.101). Inevitavelmente, surgiram alguns mitos como o cientificismo e o mito da neutralidade científica. A partir de então, a filosofia passou a exercer a importante função de: