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“[...] Nas aulas de filosofia onde se promove experiência filosófica o professor não professa. Ele não apregoa, não é depositário de verdades. O professor de filosofia é um super-herói às avessas: ele cria problemas. Mas também é ele quem vai orientar sua solução. Seus poderes mágicos são sua convicção filosófica e educacional. Esse professor tem a chave de um espaço singular onde os alunos poderão entrar para ter ali sua experiência filosófica. O modo de relacionar-se consigo mesmo, com os outros, com texto, dentro desse espaço, será um modo diferente, será um modo filosófico”. (ASPIS, Renata Pereira Lima. O professor de Filosofia: O Ensino de Filosofia no Ensino Médio como experiência filosófica.

Disponível em: http://www.cedes.unicamp.br. Acesso em: 02 de setembro de 2018. Cad. Cedes, Campinas, vol. 24, n. 64, p. 305-320, set/dez. 2004, p. 310).


Partindo do entendimento do texto, citado anteriormente, e do papel da Filosofia no Ensino Médio, considere as afirmações abaixo.


I - A experiência filosófica é o momento no qual os alunos não somente conhecem a história da filosofia, mas colocam em dúvida seus pensamentos e ações.

II - O Ensino de Filosofia que contribuí para a autonomia dos sujeitos é aquele em que o professor ensina o aluno a memorizar as frases filosóficas.

III - O professor que busca a emancipação de seus alunos sempre apresenta a verdade de forma provisória, enquanto uma construção histórica.

IV - O espaço singular, que se refere Aspis, é aquele onde o aluno se apresenta como o sujeito que não tem conhecimento para contribuir no processo de construção do saber.

V - A relação que se constrói no espaço da sala de aula é mediada por uma verticalidade em que os alunos estão apenas para aprender.


Estão corretas:

Edmund Husserl buscou construir, por meio da fenomenologia, um entendimento sobre a intencionalidade do ser, afirmando que toda a consciência tende para algo. Não havendo, segundo ele, pura consciência como acreditavam os racionalistas. Considerando o pensamento husserliano, analise as afirmativas abaixo.


I - Partindo da redução fenomenológica Husserl identifica vários graus de depuração da consciência, o que exige a desconexão do que é estranho ao “eu”, inclusive a dimensão social dos “outros eus”.

II - Husserl orienta uma investigação fenomenológica que nega a subjetividade transcendental.

III - Segundo Husserl, todo o filósofo deve virar-se para si próprio, tentando derrubar todas as ciências até conseguir reconstruí-las.

IV - A epoché suspende todos os nossos valores, tendo em seu horizonte sempre a atitude espontânea das nossas vivências.

V - A aplicação da epoché é a negação da atitude natural, essa negação busca a reorientação do sentido de que a atitude natural é o ser absoluto.


Assinale a alternativa que contempla todas as afirmações corretas.

O filósofo austríaco, Ludwig Wittgenstein (1889-1951), no decorrer de sua obra investigou a relação entre pensamento e linguagem, sobre a teoria de Wittgenstein e a filosofia analítica considere as opções abaixo.


I - A filosofia analítica buscou criticar a visão metafísica da modernidade, que acreditava ser possível conhecer a verdade por meio da racionalidade do sujeito.

II - A virada linguística foi a tentativa dos modernos de frear o novo paradigma epistemológico da filosofia analítica.

III - Wittgenstein entendia ser necessário estudarmos a filosofia dentro da lógica de nossa linguagem e considerando os limites dela.

IV - Para o filósofo austríaco, o “giro linguístico” seria uma contradição se usado na análise do pensamento e da linguagem.

V - A Segunda fase de Wittgenstein foi marcada pela tentativa de entender o significado das expressões linguísticas.


Estão corretas:

Julgue o excerto abaixo:


A estética é parte integrante na educação musical. Nesse sentido, podemos entendê-la como um ramo da Sociologia que trata da natureza da arte, beleza e bom gosto na música. 

A principal diferença entre os conhecimentos científico, comum, filosófico e religioso é que o conhecimento científico