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Luís da Baviera deu proteção aos freis franciscanos que fugiram de Avinhão. Dentre estes se encontrava o filósofo e frei franciscano Guilherme de Ockham. Graças a essa proteção, ele pôde se dedicar com maior liberdade aos seus escritos religiosos e políticos.
Desses estudos, surgiu, dentre outras, a obra Brevilóquio sobre o Principado Tirânico. Nessa obra, Guilherme de Ockham
Segundo Nicole Tomazelloli Tomazela, existem três aspectos interessantes que devem ser considerados sobre a origem do Estado:
• O aspecto sociológico, que diz respeito aos elementos da sociedade política criada pelo homem; • O aspecto histórico, que encara o Estado como um fator social em evolução; • Os aspectos doutrinários, que analisa o Estado do ponto de vista filosófico.
Disponível em https://www.estudopratico.com.br/surgimento-estado/
Nos chamados aspectos doutrinários levamos em conta que o homem mais que formador da sociedade, é um produto dela.
Toda sociedade é balizada por princípios – sejam morais, religiosos, éticos ou de comportamento.
O controle social aparece quando o homem se comporta de maneira a contrariar os princípios regidos pela sociedade em que vive, e tem como objetivo manter o ordenamento social.
O filósofo Michel Foucault defende uma nova forma de realizar o controle social, definindo um novo objetivo das leis na organização das sociedades modernas, o qual seria:
Na obra Justiça Como Equidade. Uma reformulação John Rawls concebe uma teoria da justiça como equidade, que se trata de uma
Acerca da reflexão de Heidedgger sobre a técnica, considere as seguintes afirmações:
I. A reviravolta operada por Platão no conceito de verdade contribui para explicar o primado da técnica no mundo moderno. II. A técnica é um instrumento neutro nas mãos do homem. III. A técnica torna o homem uma coisa entre coisas. Está correto o que se afirma em
“Sob o poder do monopólio, toda cultura de massas é idêntica, e seu esqueleto, a ossatura conceitual fabricada por aquele, começa a se delinear. Os dirigentes não estão mais sequer muito interessados em encobri-lo, seu poder se fortalece quanto mais brutalmente ele se confessa de público. O cinema e o rádio não precisam mais se apresentar como arte. A verdade de que não passam de um negócio, eles a utilizam como uma ideologia destinada a legitimar o lixo que propositalmente produzem”. ADORNO, T.; HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: Zahar,1985, p.114.
De acordo com a perspectiva defendida pelos autores, é correto afirmar que