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As disfunções da tireoide, como hipotireoidismo e hipertireoidismo, são condições relativamente comuns na prática clínica e podem ser investigadas por meio da avaliação de parâmetros laboratoriais que refletem a função tireoidiana e a presença de autoimunidade. A interpretação adequada desses exames é fundamental para o diagnóstico e acompanhamento dessas condições. Com base na avaliação laboratorial da função tireoidiana, analise as afirmativas a seguir:



I - A dosagem do TSH é considerada o melhor método para triagem de disfunções tireoidianas.


II - O T4 livre (T4L) é utilizado rotineiramente na avaliação da função tireoidiana em pacientes que apresentam alteração do TSH, bem como no acompanhamento do tratamento do hipertireoidismo e do hipotireoidismo.


III - Existem três principais anticorpos tireoidianos: anticorpo antitireoperoxidase (anti-TPO) e anticorpo antitireoglobulina (anti-Tg), associados principalmente à tireoidite autoimune (como a tireoidite de Hashimoto), e o anticorpo contra o receptor de TSH (TRAb), associado à doença de Graves.


IV - O anticorpo antitireoglobulina (anti-Tg) é o teste mais sensível para detectar doença autoimune da tireoide e deve ser associado às dosagens de TSH e T4 livre.



Assinale a alternativa CORRETA:

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Evidências recentes indicam que o aumento da adiposidade visceral constitui um importante gatilho fisiopatológico, capaz de ativar diversas vias inflamatórias e metabólicas associadas ao desenvolvimento da síndrome metabólica. Considerando as consequências metabólicas associadas ao aumento do tecido adiposo visceral, assinale a alternativa CORRETA:
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De acordo com Chemim e Mura (2016), a biossíntese de epinefrina e noraepinefrina ocorre a partir da hidroxilação de:  
Segundo Waitzberg (2017), de acordo com a combinação de aminoácidos em sua composição, as proteinas podem adquirir funções específicas. Assinale a opção que apresenta uma proteína contrátil.  
O ferro é um micronutriente essencial, crucial para a eritropoese e para o metabolismo oxidativo. Sua absorção ocorre predominantemente no duodeno, envolvendo múltiplas etapas bioquímicas, desde a redução à forma ferrosa até o transporte através de membranas celulares. Além disso, existem diferentes formas de ferro na dieta, como heme e não heme, cada uma com mecanismos de absorção específicos. A regulação do ferro depende da interação entre absorção intestinal, armazenamento nos tecidos e mobilização para os processos celulares vitais. Compreender esses mecanismos é fundamental para prevenir e tratar deficiências nutricionais e anemias.

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Fonte: Bases bioquímicas e fisiológicas da nutrição: nas diferentes fases da vida, na saúde e na doença / Silvia Maria Franciscato Cozzolino, Cristiane Cominetti . -- Barueri, SP : Manole, 2013.

Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta quanto ao transporte do ferro não heme na célula intestinal: