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Leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que apresenta o nome da patologia descrita.

“É um defeito, unilateral ou bilateral, do pars articularis (istmo) da vértebra, é mais comum na primeira e segunda décadas de vida e ocorre com mais frequência na população atlética, afetando duas vezes mais homens do que mulheres. Esse trauma repetitivo em hiperextensão da coluna ou da combinação de movimentos de extensão e rotação gera uma carga mecânica repetitiva entre as vértebras superior e inferior, o que pode gerar uma fratura por estresse. Na maioria dos casos, é assintomática, porém o paciente pode apresentar sintomas como: dor de início insidioso (ou talvez repentino, após atividade física intensa), sintomas agravados com atividades extenuantes que envolvam extensão e/ou rotação lombar, dor lombar local associada ou não à irradiação para glúteo e região proximal da coxa.”
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Diversos pacientes são encaminhados para a fisioterapia para tratamento da capsulite adesiva (CA) do ombro e o fisioterapeuta precisa saber como tratar e orientar seus pacientes da melhor forma possível. Diante dessa afirmativa, assinale a alternativa incorreta.
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A reabilitação pós-cirúrgica das fraturas proximais do úmero deve ocorrer de acordo com a liberação médica, respeitando-se o tempo necessário para a cicatrização dos tecidos e considerando-se as alterações clínicas esperadas para o paciente pós-cirúrgico. Em alguns casos, a intervenção fisioterapêutica pode ocorrer nos primeiros dias do pós-operatório, principalmente em intervenções cirúrgicas que envolvam a utilização de placa e, é imprescindível que se tenha contato com a equipe médica e que o paciente realize as radiografias solicitadas para a avaliação da consolidação e a liberação para o tratamento fisioterapêutico. Deste modo, são objetivos fisioterapêuticos na fase de pós-operatório imediato após a osteossíntese das fraturas proximais do úmero, exceto:
O joelho é formado pelos côndilos do fêmur e da tíbia, entre a superfície posterior da patela e a superfície patelar do fêmur, sendo acoplados por ligamentos, cápsula articular, meniscos e músculos que realizam a sua estabilização. A estabilidade dessa articulação depende da interação entre a sua geometria, da restrição dos tecidos moles, das cargas aplicadas pelo peso corporal e das ações musculares proximais e distais. Diante deste pressuposto, analise as assertivas com relação ao ligamento cruzado posterior e assinale a alternativa correta.

I. O ligamento cruzado posterior (LCP) é composto por dois feixes, anterolateral e posteromedial, que se originam na região anterolateral da fossa intercondilar do côndilo femoral medial e se inserem na região posterior da fossa intercondilar na faceta posterior da tíbia. A função primária do LCP é limitar a translação posterior da tíbia em relação ao fêmur, além de restringir secundariamente as rotações externa, interna e varo-valgo.
II. Dentre as lesões do joelho, as lesões isoladas do ligamento cruzado posterior (LCP) são menos comuns do que aquelas que envolvem o canto posterolateral concomitante ou outras lesões ligamentares. Em pacientes com lesões isoladas do LCP, o mecanismo de lesão mais comum inclui uma força direcionada posteriormente na tíbia proximal com o joelho flexionado e o tornozelo em plantiflexão, como em uma queda com o joelho flexionado, e até mesmo uma hiperflexão ou hiperextensão do joelho.
III. O diagnóstico de ruptura desse ligamento é frequentemente estabelecido pelo exame físico, sobretudo se for realizado logo após a lesão, por meio de anamnese, inspeção e testes específicos, como o de Lachman e da gaveta anterior, que avaliam a estabilidade anterior do joelho. O intervalo de tempo mais confiável para examinar o joelho é imediatamente após a lesão e o exame neste momento evita a interferência de espasmos musculares e de derrame excessivo, que causa dor e proteção.
IV. Um paciente com lesão isolada do ligamento cruzado posterior (LCP) pode relatar vaga dor no joelho, rigidez, inchaço ou desconforto com atividades que exigem níveis mais altos de flexão do joelho, como agachar-se, ajoelhar-se ou caminhar em uma escada. Já no caso de pacientes que relatam mecanismos lesionais de alta energia, dor, instabilidade ou incapacidade de realizar pequenas atividades diárias, sugere-se a investigação de lesões ligamentares concomitantes.
V. Dentre os testes clínicos, o teste da gaveta posterior é o mais sensível e específico para os casos de insuficiência do ligamento cruzado posterior (LCP). O teste ativo do quadríceps é usado para avaliar a integridade do LCP sem a aplicação de força passiva ou externa. Havendo dúvida, o diagnóstico pode ser confirmado por exames de imagem de ressonância nuclear magnética.
O teste ortopédico de Mcmurray tem como objetivo a avaliação da integridade da estrutura anatômica designada: