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Concurso:
Prefeitura de Cambé - PR
Disciplina:
Fisioterapia
Uma fratura é uma quebra estrutural na continuidade de um osso, uma placa epifisária ou uma superfície articular cartilaginosa. Quando ocorre uma fratura, ocorre também algum grau de lesão nos tecidos moles que cercam o osso. A consolidação óssea após uma fratura apresenta três fases e além disso, dependendo do local da fratura, a lesão dos tecidos moles relacionados pode ser séria, caso uma grande artéria ou nervo periférico também estejam envolvidos. O diagnóstico, a redução, o alinhamento e a imobilização para a cicatrização de uma fratura são procedimentos médicos, entretanto, o fisioterapeuta precisa estar ciente dos sintomas e sinais de uma fratura em potencial. Se houver suspeita de fratura, deve-se encaminhar o paciente para exame radiográfico, diagnóstico médico e tratamento. A respeito da consolidação óssea após uma fratura, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
A consolidação óssea tem uma fase ________, em que ocorre formação de hematoma e proliferação celular; uma fase ________, em que há formação de calo ósseo que une a fenda e a ossificação; e uma fase de ________, durante a qual ocorre consolidação e remodelamento do osso.
A consolidação óssea tem uma fase ________, em que ocorre formação de hematoma e proliferação celular; uma fase ________, em que há formação de calo ósseo que une a fenda e a ossificação; e uma fase de ________, durante a qual ocorre consolidação e remodelamento do osso.
Concurso:
Prefeitura de Cambé - PR
Disciplina:
Fisioterapia
O quadril, formado pela cabeça do fêmur e acetábulo, é crucial para sustentação e locomoção. Lesões ortopédicas do quadril são comuns em adultos e idosos, frequentemente causadas por traumas que geram dor, rigidez e dificuldade de movimento. A nomenclatura para sintomas que aparecem na região lateral do quadril é a síndrome da dor trocantérica. Esta inclui sintomas de dor peritrocantérica, tendinopatia do glúteo médio/mínimo e bursite trocantérica. Diante do exposto, analise as assertivas a respeito da bursite trocantérica e assinale a alternativa correta.
I. A bursite é a inflamação da bursa, estrutura com membrana sinovial perto de proeminências ósseas, articulações, tendões e ligamentos. Sua função é reduzir atrito, evitar desgaste e facilitar movimentos, sendo crucial na biomecânica articular. Existem muitas bursas no corpo, com algumas bursites, como a trocantérica, sendo mais comuns em mulheres entre 40 e 60 anos, embora ocorra em todas as idades. Além disso, em jovens, pode surgir por estilo de vida ou atividade física.
II. O diagnóstico assertivo da bursite do quadril requer combinação de história clínica detalhada e exame físico. Dor na região lateral do quadril que piora à palpação e limitação da abdução são sintomas comuns. A investigação dos hábitos do paciente é crucial para identificar as causas. Entretanto, caso os sinais e sintomas levem à dúvida diagnóstica, o médico poderá solicitar exames complementares para descartar outras causas de dor no quadril. A ultrassonografia pode auxiliar na identificação da inflamação da bursa, e a ressonância magnética é o exame mais preciso para avaliar a bursa e diferenciar de outras patologias, como tendinites.
III. A avaliação fisioterapêutica é crucial para identificar alterações biomecânicas que causam recidiva da bursite. Avaliar o paciente estática e dinamicamente (postura, assimetria, padrões motores, compensações musculares, marcha) direciona a reabilitação. E, a orientação do paciente é vital. Para evitar a recidiva, deve-se minimizar impactos laterais no quadril com superfícies macias, evitar deitar-se no lado afetado inicialmente, movimentos repetitivos e manter um peso saudável.
IV. O tratamento não medicamentoso inicial foca na redução da inflamação e dor. O uso da crioterapia no local por 20 minutos (mínimo três vezes ao dia) e a aplicação do laser de baixa intensidade são recursos que podem ser utilizados. Além disso, a redução da atividade física pode acelerar o controle inflamatório e a dor. E, a liberação miofascial pode ser usada em casos de aumento da tensão muscular local, evitando compressão direta na bursa.
V. Exercícios para fortalecimento muscular do quadril e melhora da flexibilidade devem ser introduzidos à medida que o paciente relata melhora do quadro de dor. Para isso, são alguns dos exercícios recomendados: exercícios de elevação de quadril (ponte), elevação de quadril com perna elevada para fortalecimento glúteo (a orientação deve ser de associar a contração abdominal durante o movimento), agachamento (ter cuidado para o joelho não ultrapassar a linha da ponta do pé para evitar sobrecarga nessa articulação), exercícios para fortalecimento de abdutores de quadril, além de alongamentos. E, com a progressão do tratamento e melhora dos sinais e sintomas, exercícios de propriocepção em superfícies instáveis podem ser associados. Por fim, para a última fase do processo de recuperação serão priorizados exercícios funcionais para simular atividades do dia a dia, como subir e descer escadas.
I. A bursite é a inflamação da bursa, estrutura com membrana sinovial perto de proeminências ósseas, articulações, tendões e ligamentos. Sua função é reduzir atrito, evitar desgaste e facilitar movimentos, sendo crucial na biomecânica articular. Existem muitas bursas no corpo, com algumas bursites, como a trocantérica, sendo mais comuns em mulheres entre 40 e 60 anos, embora ocorra em todas as idades. Além disso, em jovens, pode surgir por estilo de vida ou atividade física.
II. O diagnóstico assertivo da bursite do quadril requer combinação de história clínica detalhada e exame físico. Dor na região lateral do quadril que piora à palpação e limitação da abdução são sintomas comuns. A investigação dos hábitos do paciente é crucial para identificar as causas. Entretanto, caso os sinais e sintomas levem à dúvida diagnóstica, o médico poderá solicitar exames complementares para descartar outras causas de dor no quadril. A ultrassonografia pode auxiliar na identificação da inflamação da bursa, e a ressonância magnética é o exame mais preciso para avaliar a bursa e diferenciar de outras patologias, como tendinites.
III. A avaliação fisioterapêutica é crucial para identificar alterações biomecânicas que causam recidiva da bursite. Avaliar o paciente estática e dinamicamente (postura, assimetria, padrões motores, compensações musculares, marcha) direciona a reabilitação. E, a orientação do paciente é vital. Para evitar a recidiva, deve-se minimizar impactos laterais no quadril com superfícies macias, evitar deitar-se no lado afetado inicialmente, movimentos repetitivos e manter um peso saudável.
IV. O tratamento não medicamentoso inicial foca na redução da inflamação e dor. O uso da crioterapia no local por 20 minutos (mínimo três vezes ao dia) e a aplicação do laser de baixa intensidade são recursos que podem ser utilizados. Além disso, a redução da atividade física pode acelerar o controle inflamatório e a dor. E, a liberação miofascial pode ser usada em casos de aumento da tensão muscular local, evitando compressão direta na bursa.
V. Exercícios para fortalecimento muscular do quadril e melhora da flexibilidade devem ser introduzidos à medida que o paciente relata melhora do quadro de dor. Para isso, são alguns dos exercícios recomendados: exercícios de elevação de quadril (ponte), elevação de quadril com perna elevada para fortalecimento glúteo (a orientação deve ser de associar a contração abdominal durante o movimento), agachamento (ter cuidado para o joelho não ultrapassar a linha da ponta do pé para evitar sobrecarga nessa articulação), exercícios para fortalecimento de abdutores de quadril, além de alongamentos. E, com a progressão do tratamento e melhora dos sinais e sintomas, exercícios de propriocepção em superfícies instáveis podem ser associados. Por fim, para a última fase do processo de recuperação serão priorizados exercícios funcionais para simular atividades do dia a dia, como subir e descer escadas.
Concurso:
Prefeitura de Cambé - PR
Disciplina:
Fisioterapia
A estrutura do complexo do ombro permite a mobilidade dos membros superiores. Como resultado, a mão pode ser colocada em quase todos os lugares dentro de uma esfera de movimento, sendo limitada principalmente pelo comprimento do braço e pelo espaço ocupado pelo corpo. A mecânica combinada das três articulações sinoviais e das duas articulações funcionais, juntamente com os inúmeros músculos que compreendem o complexo do ombro interagem para proporcionar e controlar a mobilidade. Ao estabelecer um programa de exercícios terapêuticos para tratar comprometimentos da função na região do ombro, como em qualquer outra região do corpo, as características anatômicas e cinesiológicas particulares precisam ser levadas em consideração, assim como o estado da patologia e as limitações funcionais impostas pelos comprometimentos. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta com relação a patologia que pode gerar restrições de mobilidade na articulação glenoumeral: ombro congelado idiopático.
Concurso:
Prefeitura de Cambé - PR
Disciplina:
Fisioterapia
Por ser uma doença osteoarticular degenerativa, a osteoartrite se caracteriza pela perda progressiva da cartilagem articular acompanhada de neoformação óssea periarticular. Acomete indivíduos de ambos os sexos, tendo uma maior prevalência entre as mulheres, a partir dos 45 anos. Além disso, o peso e a idade são agravantes desta afecção. Pode ser classificada como primária, de causa desconhecida, fatores hereditários podem estar envolvidos, e acomete principalmente as mulheres no período da menopausa; e, secundária, pode estar relacionada com traumas, fraturas, doenças inflamatórias e doenças hematológicas, além de que grande parte dos indivíduos acima de 70 anos apresentam sinais e sintomas da doença. A respeito das características clínicas da osteoartrite, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Dor: é um dos sintomas mais importantes, com a evolução do processo patológico, ela aparece com o uso mínimo e até mesmo ao repouso.
( ) Rigidez: perdura por um período de 30 minutos nas últimas horas do dia, é agravada por movimento, e o acometimento de grandes e pequenas articulações não causa incapacidade.
( ) Função reduzida: altera-se em decorrência da dor, da perda de amplitude de movimento e da força muscular.
( ) Estabilidade articular: acontece pela perda de congruência da cartilagem.
( ) Ganho da mobilidade: ocorre devido à degeneração da cartilagem, aos espasmos musculares secundários à dor e fraqueza muscular pelo desuso da articulação, como reação protetora decorrente do quadro doloroso.
( ) Atrofia muscular: os músculos podem tornar-se atróficos ou hipotônicos.
( ) Deformidades: ocorre por um alinhamento defeituoso da articulação.
( ) Edema: ocorre em períodos de agudização.
( ) Dor: é um dos sintomas mais importantes, com a evolução do processo patológico, ela aparece com o uso mínimo e até mesmo ao repouso.
( ) Rigidez: perdura por um período de 30 minutos nas últimas horas do dia, é agravada por movimento, e o acometimento de grandes e pequenas articulações não causa incapacidade.
( ) Função reduzida: altera-se em decorrência da dor, da perda de amplitude de movimento e da força muscular.
( ) Estabilidade articular: acontece pela perda de congruência da cartilagem.
( ) Ganho da mobilidade: ocorre devido à degeneração da cartilagem, aos espasmos musculares secundários à dor e fraqueza muscular pelo desuso da articulação, como reação protetora decorrente do quadro doloroso.
( ) Atrofia muscular: os músculos podem tornar-se atróficos ou hipotônicos.
( ) Deformidades: ocorre por um alinhamento defeituoso da articulação.
( ) Edema: ocorre em períodos de agudização.
Concurso:
Prefeitura de Cambé - PR
Disciplina:
Fisioterapia
O fisioterapeuta precisa trabalhar em conjunto com toda a equipe multi e interdisciplinar para haver um bom resultado na reabilitação do paciente amputado de membros inferiores (MMII). A reabilitação deve ser iniciada o mais cedo possível, com uma equipe coesa de profissionais de saúde, para garantir o sucesso funcional e psicológico do paciente amputado. Além disso, o fisioterapeuta atua em todas as etapas, da pré-cirurgia à independência protética. Assim, a orientação pré-cirúrgica e a conduta fisioterapêutica pós-operatória são cruciais para a preparação do coto, prevenção de complicações e promoção da independência. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta a respeito da conduta fisioterapêutica pós-operatória nas amputações de membros inferiores.