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Paciente masculino, 14 anos, arremessador de beisebol, apresenta dor crônica no cotovelo direito há aproximadamente seis meses, com piora progressiva durante os arremessos e após os treinos. Relata também episódios intermitentes de "travamento" ou bloqueio do cotovelo e uma sensação de estalido, além de discreta perda da extensão completa da articulação. O exame físico revela sensibilidade à palpação sobre o capítulo do úmero e dor na extensão terminal. Para uma avaliação mais detalhada, foi solicitada uma ressonância magnética (RM) do cotovelo.
Descrição da RM: "O exame de RM do cotovelo direito demonstra edema no osso subcondral do capítulo do úmero, acompanhado de um defeito osteocondral focal na superfície articular, medindo aproximadamente 5x7 mm, com bordas escleróticas adjacentes. Observa-se também a presença de um pequeno fragmento osteocondral livre na fossa olecraniana. Não há evidências de ruptura do ligamento colateral ulnar ou de tendinopatia significativa nos epicôndilos medial ou lateral."
Com base no quadro clínico e nos achados da ressonância magnética, qual é o diagnóstico mais provável para a condição do cotovelo do paciente?
Paciente do sexo masculino, 40 anos, maratonista, relata dor crônica na região medial do tornozelo e na planta do pé esquerdo, especialmente durante e após treinos longos de corrida. Ele observa que, durante a fase de apoio da marcha, seu pé "rola para dentro" excessivamente, um fenômeno comumente descrito como pronação. O fisioterapeuta explica que essa pronação é um movimento tridimensional complexo que ocorre predominantemente na articulação subtalar (talocalcânea), sendo fundamental para a absorção de choque e adaptação do pé às irregularidades do solo. Considerando a cinesiologia do retropé e a observação clínica, qual combinação de movimentos articulares na articulação subtalar caracteriza a pronação do pé durante a marcha?
Paciente J.O.A, 25 anos, corredora amadora, relata dor anterior no joelho após longas corridas. Durante a avaliação biomecânica, o fisioterapeuta observa que ela apresenta dificuldade em alcançar a extensão completa do joelho ao final da fase de apoio da marcha. O profissional explica que o joelho realiza um movimento de rotação intrínseca durante os últimos graus de extensão, importante para a estabilidade articular em pé. Considerando a biomecânica funcional do joelho, qual é o nome desse mecanismo que "trava" o joelho em extensão completa e o torna mais estável, permitindo a economia de energia durante a postura ereta?
Paciente do sexo feminino, 19 anos, comparece ao consultório relatando dor crônica na região periarticular da ATM há 8 meses. Refere piora da dor durante a mastigação e ao abrir a boca, além de dificuldades frequentes para realizar exercícios físicos devido à fadiga. Ao exame, apresenta limitação discreta da abertura bucal e sensibilidade à palpação da musculatura mastigatória, sem sinais agudos de inflamação. Durante a consulta, a paciente demonstra ansiedade e relata episódios de insônia relacionados à dor. Considerando a avaliação clínica multidimensional recomendada para distúrbios temporomandibulares crônicos, qual das seguintes abordagens para avaliação inicial e monitoramento da dor é mais adequada?
A tecarterapia tem sido utilizada com maior frequência nos últimos anos e ganhado destaque devido ao seu efeito térmico e hipertérmico nos tecidos mais profundos. Por ser um recurso relativamente novo, assinale a alternativa que contém descrições relacionadas à tecarterapia.