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Paciente 47 anos, feminino, relata dor cervical, intensidade 6/10, persistente há 8 meses, associada a tensão na região de trapézio superior e elevador da escápula bilateral, limitação leve de amplitude de movimento para inclinação cervical e rotação a direita e relata dificuldade para dormir. Durante a anamnese, observa-se que a paciente acredita que “a coluna tem alguma lesão”, evita movimentos por medo de piorar a dor e apresenta altos níveis de ansiedade em relação ao prognóstico. O exame físico apresenta força muscular preservada e testes específicos para coluna cervical negativos. Não há registro de parestesia para membros superiores. Segundo as evidências de diretrizes clínicas de alta qualidade para dor musculoesquelética, qual aspecto da avaliação deve ser priorizado?
Homem, 32 anos, praticante recreativo de futebol, encontra-se com 12 semanas de reconstrução do LCA com enxerto de tendão flexor. Está motivado para iniciar corrida e retornar futuramente ao futebol recreativo.
Avaliação fisioterapêutica:

• ADM completa, sem dor ou derrame articular;
• Déficit de 25% de torque dos extensores em relação ao lado contralateral (dinamometria isométrica portátil);
• KOOS: Dor = 90/100; Função em AVD = 82/100; Esporte/Rec. = 45/100; Qualidade de vida = 50/100;
• Valgo dinâmico do joelho operado durante o agachamento unipodal;

De acordo com os princípios da fase intermediária de reabilitação após LCA, qual a conduta mais adequada?
Mulher, 70 anos, professora aposentada, está com 15 dias de artroplastia total de quadril direito não cimentada por consequência de osteoartrite avançada. Refere dor de longa data, com piora nos últimos dois anos, com dificuldade de deambular longas distâncias, porém, não necessitava de dispositivo auxiliar de marcha antes da cirurgia. Refere que já não conseguia subir escadas com o membro inferior direito (mora em um sobrado), desta forma, optou por tratamento cirúrgico.
Na avaliação fisioterapêutica apresentou:

• IMC 32 kg/m2
• Cicatriz em bom aspecto, indicando acesso cirúrgico posterior
• Dor: 5/10 na escala numérica de dor durante a deambulação.
• Força muscular G3 extensores de joelho e flexores de quadril; G2 abdutores de quadril
• HOOS: Dor = 58/100; Função em AVD = 52/100; Qualidade de vida = 44/100.
• Timed Up and Go (TUG): 17 segundos (usou andador).
• 30-Second Chair Stand Test: 0 repetições (não conseguiu realizar sem auxílio dos membros superiores).
• 40 m Fast-Paced Walk Test: 0,7 m/s (usou andador).
• Transferências: dependência parcial para levantarse de cadeira e cama.

Baseado(a) no caso acima, responda a alternativa correta sobre a interpretação da avaliação da funcionalidade e intervenção fisioterapêutica correspondente:
Um paciente relata perda progressiva de força motora e sensação de anestesia na região do períneo (anestesia em sela). Qual é a suspeita mais urgente?
Segundo Dr. Gonstead, a técnica de preferência para se ajustar o ilíaco em Ex é com: