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Senhor João, 65 anos, submetido a prostatectomia radical para tratamento de câncer de próstata, é encaminhado para fisioterapia no pós-operatório imediatamente após a retirada da sonda vesical de demora. Paciente apresenta queixa de incontinência urinária de esforço, com perdas ao tossir e rir, além de grande receio em relação à recuperação da continência. Considerando os recursos da fisioterapia no pós-operatório de prostatectomia radical, qual das seguintes condutas terapêuticas é a mais adequada para este paciente?
Paciente do sexo feminino, 47 anos, com leucemia mieloide aguda, é submetida a um transplante de células-tronco hematopoiéticas (TCTH). Após o procedimento, a equipe de fisioterapia elabora um plano de tratamento. Qual das seguintes afirmações sobre a atuação da fisioterapia no pós-TCTH para pacientes onco-hematológicos está CORRETA? 
Uma paciente com mieloma múltiplo, de 72 anos, apresenta dor óssea intensa e é diagnosticada com lesões osteolíticas múltiplas na coluna vertebral, com um escore de Mirels de 9. A equipe de reabilitação planeja um programa de exercícios para a paciente. Considerando o risco de fraturas patológicas em pacientes com mieloma múltiplo e a escala de Mirels, qual das seguintes recomendações para o programa de reabilitação está CORRETA? 
Paciente Antônio, 58 anos, internado na UTI oncológica devido desmame cirúrgico prolongado, em quarto dia pós operatório de gastroduodenopancreatectomia (GDP) por câncer de pâncreas, em ventilação mecânica na modalidade pressão de suporte , com os seguintes parâmetros: FiO2 50%, PEEP 8 cmH2O, Pressão de Suporte de 16 cmH2O. Durante a avaliação para mobilização precoce, o fisioterapeuta observa: Pressão Arterial Sistólica (PAS) de 130 mmHg, Frequência Cardíaca (FC) de 85 bpm, Saturação de Oxigênio (SpO2) de 98%, Frequência Respiratória (FR) de 22 inspirações por minuto (ipm). O paciente está acordado e colaborativo (RASS 0), sem uso de vasopressores, e não apresenta queixas de dor ou desconforto. Ao sedestar à beira leito, o paciente subitamente começa a apresentar assincronia com o ventilador, aumento da FR para 35 ipm, PAS 135 mmHg, FC 95 bpm, SpO2 de 94% e RASS de +1.
Fisioterapeuta opta por interromper sedestação e retornar paciente a decúbito dorsal. Com base nos critérios de segurança para mobilização em UTI, qual das alternativas abaixo indica uma condição para interromper a atividade iniciada? 
Paciente PJSA, sexo masculino, de 62 anos, com diagnóstico de linfoma não Hodgkin em tratamento quimioterápico recente e quadro de neutropenia não febril. É admitido na UTI com quadro de dispneia progressiva e uso de musculatura acessória, frequência respiratória (FR - de 32 inspirações por minuto (ipm), saturação periférica de oxigênio (SpO?) de 88% em ar ambiente. Coletada gasometria arterial, com pH 7,32, pressão parcial de dióxido de carbono (PaCO?) de 48 mmHg e pressão parcial de oxigênio (PaO2) de 60 mmHg. Está consciente, colaborativo e sem instabilidade hemodinâmica. A equipe considera iniciar ventilação mecânica não invasiva (VNI). Fisioterapeuta opta por instituir VNI com modo de ventilação por pressão de suporte (PSV), com pressão de suporte (PS) de 15 cm H2O e pressão positiva expiratória final (PEEP) de 10 cmH20. Após três aplicações de VNI, cada uma com duração de 60 minutos, realizadas nas últimas 6 horas, o paciente apresenta frequência respiratória de 36 incursões por minuto, com discreta redução do uso da musculatura acessória. A saturação de oxigênio (SpO?) está em 84% em ar ambiente, acompanhada de aumento da frequência cardíaca para 110 bpm, mantendo pressão arterial estável. Retirada VNI para coleta de nova gasometria arterial: pH 7,28 / PaO? 45 mmHg / PaCO? 56 mmHg). A equipe de fisioterapia é chamada para reavaliação. Paciente apresenta sonolência, mas responsivo aos chamados. Com base no quadro atual do paciente, qual a conduta mais apropriada?