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Intervenção precoce se refere a um sistema de serviços de saúde disponíveis para bebês ou crianças desde o nascimento até cerca de três anos de idade que sejam identificados com risco ou diagnóstico de alterações no desenvolvimento infantil. Para crianças com alto risco ou diagnóstico de paralisia cerebral os programas de intervenção precoce devem seguir os seguintes princípios, EXCETO:
Instrumentos padronizados, com adaptação transcultural e validados no Brasil podem assegurar um diagnóstico de alterações no desenvolvimento infantil (testes diagnósticos) e, outros, servem de triagem para detectar desvios desses desenvolvimentos (testes de triagem). Esses testes padronizados auxiliam o fisioterapeuta a realizar um raciocínio clínico de tratamento para o lactente/criança avaliada.

A respeito do assunto supracitado, considere as seguintes afirmativas:

1. A Bayley-III é um teste de triagem adaptado e validado para o Brasil
2. O GMA (General Movements Assessment) é um teste diagnóstico e não requer adaptação transcultural e validação no Brasil
3. A AIMS (Alberta Infant Motor Scale) é um teste diagnóstico que avalia o lactente até 18 meses.
4. O SWYC (Survey of Wellbeing of Young Children) é um teste de triagem que avalia os marcos motores do desenvolvimento, do comportamento e fatores de risco familiares

Marque a alternativa CORRETA: 
A avaliação de um lactente com suspeita de paralisia cerebral (PC) envolve a observação de seus movimentos espontâneos, tônus muscular, reflexos primitivos e reações posturais. A não integração dos reflexos primitivos e o atraso ou anormalidade no desenvolvimento das reações de retificação, proteção e equilíbrio são sinais de alerta importantes para uma lesão no sistema nervoso central. Analise as afirmativas sobre essas reações posturais.

I. As reações de retificação, como a reação de retificação da cabeça sobre o corpo, são responsáveis por manter o alinhamento da cabeça com o tronco e do tronco com os membros, sendo fundamentais para as rolagens e as transferências posturais.
II. As reações de proteção, como a projeção dos braços para frente, para os lados e para trás, surgem para proteger o corpo de quedas quando o centro de gravidade é deslocado rapidamente para além da base de suporte.
III. As reações de equilíbrio são ajustes posturais mais refinados, que ocorrem em resposta a perturbações lentas do centro de gravidade, visando manter a estabilidade sem a necessidade de mudar a base de suporte.

Está correto o que se afirma em:

A fisioterapia pediátrica envolve estratégias específicas para a avaliação e o tratamento de disfunções motoras e respiratórias na infância, considerando as particularidades do crescimento e do desenvolvimento neuropsicomotor. Sobre essa prática, analise as afirmativas a seguir:



I.  Na avaliação respiratória pediátrica, a ausculta pulmonar deve ser realizada apenas após a intervenção fisioterapêutica, uma vez que o choro da criança pode interferir na interpretação dos sons respiratórios.



II. O tratamento das disfunções motoras infantis deve priorizar exercícios resistidos e atividades de alto impacto para estimular o fortalecimento muscular e a maturação neuromotora precoce.



III. O uso de técnicas de higiene brônquica, como a aceleração do fluxo expiratório (AFE) e a drenagem postural, deve ser realizado com cautela, respeitando a anatomia e a complacência torácica da criança, para evitar broncoespasmos e colapsos alveolares.



Assinale a alternativa que apresenta as proposições CORRETAS.

Durante a avaliação da criança cardiopata no pós-operatório de cirurgia cardíaca, sabe-se que a função respiratória pode estar comprometida devido à dor, restrição da caixa torácica, esternotomia e redução da eficiência da bomba ventilatória. Considerando esses fatores, assinale a alternativa que melhor descreve o papel do equipamento apresentado na imagem a seguir e sua relevância clínica no contexto citado:


Imagem associada para resolução da questão

ANDRADE, Lívia Barboza de (Org.). Fisioterapia respiratória em neonatologia e pediatria. Rio de Janeiro: MedBook, 2011.