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A doença de Parkinson (DP) é um dos distúrbios nervosos mais comuns dos idosos, e acomete tanto homens quanto mulheres, manifesta-se com maior frequência depois dos 50 anos de idade, sendo que em alguns casos pode ser hereditária, principalmente quando acomete uma pessoa jovem. É caracterizada por ser uma doença neurodegenerativa que ocorre quando as células nervosas do cérebro que produzem dopamina são destruídas lentamente. E, sem a dopamina, as células nervosas dessa parte do cérebro não podem enviar mensagens de modo correto, o que leva à perda da função muscular e, o dano piora com o tempo. Os sinais e sintomas da doença de Parkinson são de início insidioso e assimétrico, podendo, qualquer uma de suas manifestações, aparecer isoladamente ou em associação, podendo variar de paciente para paciente. Diante do exposto, assinale a alternativa que não apresenta características clínicas da doença de Parkinson (DP).
Durante o atendimento fisioterapêutico a um paciente com Doença de Parkinson idiopática, o profissional observa a presença de bradicinesia e episódios de congelamento da marcha (freezing), especialmente durante a iniciação do movimento e em passagens estreitas. Considerando a fisiopatologia da doença, que envolve a disfunção dos gânglios da base e a dificuldade na geração de movimentos automáticos, a estratégia de intervenção fisioterapêutica mais adequada para essa disfunção é 
Durante a avaliação fisioterapêutica de um paciente em reabilitação neurológica, o profissional testa a força para a abdução do ombro. Na posição sentada, o paciente não consegue elevar o membro superior contra a gravidade. No entanto, ao ser posicionado em decúbito dorsal, ele é capaz de realizar todo o arco de movimento da abdução do ombro, deslizando o braço sobre a superfície do leito. Considerando o quadro clínico e a escala de força muscular do Medical Research Council (MRC), o fisioterapeuta deve graduar a força do músculo deltoide do paciente como
 Sobre a síndrome de Guillain-Barré, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Neuropatia pós-infecciosa, aguda e periférica paralítica.
( ) Não está relacionada a uma condição inflamatória ou imune.
( ) Fraqueza ascendente progressiva ou paralisia, que costuma ser assimétrica.
( ) Há alto risco de parada respiratória em cerca de um terço dos pacientes. 
No processo de avaliação funcional de um paciente adulto com comprometimento neurológico, o fisioterapeuta necessita quantificar o nível de independência e a necessidade de assistência para a execução das atividades básicas de vida diária, incluindo alimentação, higiene pessoal, banho, vestuário, controle vesical e intestinal, uso do sanitário, transferências e mobilidade. Considerando os instrumentos padronizados utilizados na prática fisioterapêutica, o mais apropriado para mensurar esses domínios funcionais é o: