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Qual é um dos principais objetivos do tratamento
fisioterapêutico em pacientes com doenças
neurológicas?
Concurso:
Prefeitura de Maracajá - SC
Disciplina:
Fisioterapia
O paciente neurológico que possui a habilidade de falar,
mas verbaliza sons inteligíveis e palavras desconexas
com preservação do entendimento do que é dito a ele,
possui um tipo de transtorno neurológico, denominado:
Concurso:
Prefeitura de Maracajá - SC
Disciplina:
Fisioterapia
Ao receber um paciente neurológico no consultório com
laudo de comprometimento isquêmico em região de
artéria cerebral posterior, que tipo de alteração o
fisioterapeuta deve esperar encontrar no paciente?
A Escala de Coma de Glasgow é um método para definir o estado neurológico de pacientes com uma lesão cerebral aguda
analisando o seu nível de consciência. É muito utilizada por profissionais de saúde logo após o trauma, auxiliando no
prognóstico da vítima e na prevenção de eventuais sequelas. Seu objetivo é fornecer uma metodologia de atendimento que
aponte tanto a profundidade do dano neurológico quanto a duração clínica de inconsciência e coma. Em relação a estes
aspectos, assinale a afirmativa INCORRETA.
“A Escala de Acidente Vascular Encefálico (AVE) do Instituto Nacional de Saúde dos EUA (National Institute of Health Stroke
Scale -NIHSS) é uma escala de avaliação do estado neurológico de pacientes nesta condição. Permite uma avaliação quantitativa
dos deficits neurológicos dos portadores de doenças cerebrovasculares. A escala apresenta 11 itens que abordam nível de
consciência, linguagem, fala, somatognosia, campo visual, movimentação ocular, força, coordenação e sensibilidade. Tem
pontuação por item que vai de 0 até 4, sendo a pontuação máxima da escala de 42 pontos.”
(BROTT et al., 1989.)
Sobre as instruções a serem dadas pelo examinador e a avaliação das respostas obtidas, com o uso da escala, analise as afirmativas a seguir.
I. Nível de consciência: deve escolher uma resposta mesmo se uma avaliação completa é prejudicada por obstáculos como um tubo orotraqueal, barreiras de linguagem, trauma ou curativo orotraqueal. Um 3 é dado apenas se o paciente não faz nenhum movimento (outro além de postura reflexa) em resposta à estimulação dolorosa.
II. Perguntas de nível de consciência: o paciente é questionado sobre o mês e sua idade. A resposta deve ser correta – não há nota parcial por chegar perto. Pacientes com afasia ou esturpor que não compreendem as perguntas irão receber 2. Pacientes incapacitados de falar devido à intubação orotraqueal, trauma orotraqueal, disartria grave de qualquer causa, barreiras de linguagem, ou qualquer outro problema não secundário à afasia receberão um 1. É importante que somente a resposta inicial seja considerada e que o examinador não “ajude” o paciente com dicas verbais ou não verbais.
III. Comandos de nível de consciência: o paciente é solicitado a abrir e fechar os olhos e então abrir e fechar a mão não parética. Substituir por outro comando de um único passo se as mãos não podem ser utilizadas. É dado crédito se uma tentativa inequívoca é feita, mas não completada devido à fraqueza. Se o paciente não responder ao comando, a tarefa deve ser demonstrada a ele (pantomima) e o resultado registrado (i.e., segue um, nenhum, ou ambos os comandos). Aos pacientes com trauma, amputação ou outro impedimento físico, devem ser dados comandos únicos compatíveis. Somente a primeira tentativa é registrada.
IV. Melhor olhar conjugado: somente os movimentos oculares horizontais são testados. Movimentos oculares voluntários ou reflexos (óculo-cefálico) recebem nota, mas a prova calórica não é usada. Se o paciente tem um desvio conjugado do olhar, que pode ser sobreposto por atividade voluntária ou reflexa, o escore será 1. Se o paciente tem uma paresia de nervo periférica isolada (NC III, IV ou VI), deve-se marcar 1. O olhar é testado em todos os pacientes afásicos. Os pacientes com trauma ocular, curativos, cegueira preexistente, ou outro distúrbio de acuidade, ou campo visual, devem ser testados com movimentos reflexos e a escolha feita pelo investigador. Estabelecer contato visual e, então, mover-se perto do paciente de um lado para outro pode esclarecer a presença de paralisia do olhar.
Está correto o que se afirma em
(BROTT et al., 1989.)
Sobre as instruções a serem dadas pelo examinador e a avaliação das respostas obtidas, com o uso da escala, analise as afirmativas a seguir.
I. Nível de consciência: deve escolher uma resposta mesmo se uma avaliação completa é prejudicada por obstáculos como um tubo orotraqueal, barreiras de linguagem, trauma ou curativo orotraqueal. Um 3 é dado apenas se o paciente não faz nenhum movimento (outro além de postura reflexa) em resposta à estimulação dolorosa.
II. Perguntas de nível de consciência: o paciente é questionado sobre o mês e sua idade. A resposta deve ser correta – não há nota parcial por chegar perto. Pacientes com afasia ou esturpor que não compreendem as perguntas irão receber 2. Pacientes incapacitados de falar devido à intubação orotraqueal, trauma orotraqueal, disartria grave de qualquer causa, barreiras de linguagem, ou qualquer outro problema não secundário à afasia receberão um 1. É importante que somente a resposta inicial seja considerada e que o examinador não “ajude” o paciente com dicas verbais ou não verbais.
III. Comandos de nível de consciência: o paciente é solicitado a abrir e fechar os olhos e então abrir e fechar a mão não parética. Substituir por outro comando de um único passo se as mãos não podem ser utilizadas. É dado crédito se uma tentativa inequívoca é feita, mas não completada devido à fraqueza. Se o paciente não responder ao comando, a tarefa deve ser demonstrada a ele (pantomima) e o resultado registrado (i.e., segue um, nenhum, ou ambos os comandos). Aos pacientes com trauma, amputação ou outro impedimento físico, devem ser dados comandos únicos compatíveis. Somente a primeira tentativa é registrada.
IV. Melhor olhar conjugado: somente os movimentos oculares horizontais são testados. Movimentos oculares voluntários ou reflexos (óculo-cefálico) recebem nota, mas a prova calórica não é usada. Se o paciente tem um desvio conjugado do olhar, que pode ser sobreposto por atividade voluntária ou reflexa, o escore será 1. Se o paciente tem uma paresia de nervo periférica isolada (NC III, IV ou VI), deve-se marcar 1. O olhar é testado em todos os pacientes afásicos. Os pacientes com trauma ocular, curativos, cegueira preexistente, ou outro distúrbio de acuidade, ou campo visual, devem ser testados com movimentos reflexos e a escolha feita pelo investigador. Estabelecer contato visual e, então, mover-se perto do paciente de um lado para outro pode esclarecer a presença de paralisia do olhar.
Está correto o que se afirma em