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Na doença de Parkinson, como as pistas externas auditivas ou visuais podem auxiliar no bloqueio da marcha e qual é a principal limitação desse recurso?
Na fase inicial após um acidente vascular cerebral, uma paciente apresenta o membro superior flácido, subluxação inferior do ombro e dor durante as transferências. A elevação ativa do braço permanece ausente, e o familiar costuma puxar o braço para ajudar a paciente a levantar-se. Assinale a conduta fisioterapêutica CORRETA. 
Sobre o treinamento locomotor de pessoas com hemiparesia crônica após um acidente vascular cerebral, clinicamente estáveis e capazes de praticar a marcha, analise as afirmativas.
I – O treinamento de passos em intensidade cardiovascular elevada pode favorecer ganhos de velocidade e distância quando a prática permanece específica para a marcha.
II – A facilitação manual em baixa intensidade constitui o principal elemento para ampliar a capacidade locomotora, ainda que reduza o número de passos praticados.
III – A variação planejada de velocidades, direções e desafios ambientais pode ampliar a adaptação da marcha às situações encontradas fora do ambiente terapêutico.
IV – O treinamento robótico com descarga de peso apresenta superioridade quando reduz a participação ativa e mantém uma cinemática próxima do padrão considerado normal. 
V – A intensidade cardiovascular e a quantidade de passos são componentes da dose terapêutica e precisam ser acompanhadas durante a progressão do treinamento.
Estão CORRETAS, apenas, as afirmativas:
No exame motor de uma pessoa com paralisia cerebral, o fisioterapeuta compara alongamentos lentos e rápidos, observa a postura durante ações voluntárias, mede a amplitude passiva e solicita movimentos articulares isolados. A interpretação CORRETA dos achados é: 
Paciente do sexo masculino, 15 anos de idade, portador de paralisia cerebral, é capaz de caminhar utilizando um dispositivo manual, consegue subir escada segurando no corrimão, mas com supervisão. Na escola utiliza meios de mobilidade motorizados, e ao ar livre ou na comunidade utiliza cadeira de rodas ou meios de mobilidade motorizados.
De acordo com o Gross Motor Function Classification System, Expanded and Revised, (GMFCS E & R), esse paciente é classificado como sendo do nível.