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Paciente internado na UTI em IOT e VMI por IRpA. A gasometria arterial da rotina diária apresenta: pH: 7,29; PaCO2: 42 mmHg; PO2: 88 mmHg; HCO3: 17 mEq/L; BE: -7mEq/L; SatO2: 94%. O distúrbio ácidobásico correto é
 A Terapia de Expansão Pulmonar promove um aumento do volume pulmonar através do aumento do gradiente de pressão transpulmonar. Esse aumento do gradiente de pressão transpulmonar ocorre em função do(da) 
 A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma doença caracterizada por uma limitação ao fluxo expiratório que não é totalmente reversível, composta por distúrbios obstrutivos que podem ser a bronquite crônica, enfisema pulmonar ou ambos. Essas são condições particulares e relevantes durante a instituição da ventilação mecânica no DPOC. A estratégia ventilatória em pacientes com DPOC inclui: 
“Paciente M.G, 56 anos, gênero masculino, magro e longilíneo, deu entrada no hospital com quadro de tosse seca intensa, necessitando de oxigênio. Após 24 horas, evoluiu para IRpA com necessidade de IOT e pela avaliação radiológica observou-se um pneumotórax à direita”. No caso desse paciente, a avaliação da expansibilidade, da percussão torácica e da ausculta pulmonar realizada pelo fisioterapeuta corresponde, respectivamente, a
O Índice de Respiração Rápida e Superficial (IRRS) é um forte preditor de sucesso no desmame. Considere um paciente de 40 anos que está em VMI há 10 dias, no qual foi iniciado o processo de desmame com PSV, PS: 12 cmH2O, PEEP: 5 cmH2O, FiO2: 30%, mantendo PaO2: 91 mmHg. Por meio do ventilômetro e do manovacuômetro, verificou-se um VC: 600 ml, FR: 30rpm e PImáx: - 75cmH2O. Este paciente apresenta uma probabilidade de sucesso no desmame, pois seu IRRS é