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Após um acidente de motocicleta, um homem de 30 anos apresentou fraturas nas costelas e forte dor torácica. Ele foi encaminhado para a fisioterapia, onde a equipe observa que o paciente tem dificuldades para respirar profundamente, com uma respiração superficial e rápida, além de dor durante a mobilização do tronco. Com base nesse quadro, qual deve ser a abordagem fisioterapêutica mais indicada para o tratamento desse paciente?
Um paciente de 65 anos, diagnosticado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), apresenta dificuldades respiratórias, cansaço excessivo e falta de ar durante atividades diárias simples. Durante a avaliação fisioterapêutica, a paciente apresenta redução no volume respiratório e dificuldade em respirar profundamente. Qual a principal abordagem fisioterapêutica indicada para tratar esse paciente com DPOC?
Uma mulher de 60 anos, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), apresenta falta de ar durante atividades diárias simples. Ela também tem histórico de cansaço excessivo e dificuldades respiratórias. A avaliação respiratória revela redução da capacidade pulmonar e dificuldades em manter uma saturação de oxigênio adequada durante o esforço. Qual deve ser a principal abordagem fisioterapêutica indicada para este paciente com DPOC?
Uma mulher de 45 anos, com enfisema pulmonar, relata cansaço excessivo, falta de ar e dificuldade em respirar profundamente. A paciente apresenta redução no volume respiratório e dificuldades durante atividades diárias. Qual a principal abordagem fisioterapêutica indicada para o tratamento deste paciente?
O Sr. Fulano,80 anos, ex-metalúrgico e ex-tabagista pesado, comparece à avaliação fisioterapêutica com relato de dispneia progressiva, atualmente manifestada ao realizar Atividades de Vida Diária básicas (AVDs), como vestir-se e pentear os cabelos. Refere ainda expectoração mucoide espessa, de predomínio matinal. Ao exame físico e funcional do sistema respiratório, o fisioterapeuta encontrou os seguintes achados: Inspeção: Respiração com lábios semicerrados (frenolábial), tempo expiratório prolongado, retração de fúrcula esternal e adoção da postura de tripé para aliviar a dispneia. Palpação: Redução da expansibilidade torácica em bases pulmonares e Frêmito Toraco-Vocal (FTV) globalmente diminuído. Percussão: Hipersonoridade difusa bilateral. Ausculta Pulmonar: Murmúrio vesicular universalmente diminuído, tempo expiratório prolongado e sibilos predominantemente expiratórios distribuídos em ambos os hemitórax. Considerando o diagnóstico de Deficiência Cinético-Funcional Respiratória Obstrutiva Crônica e a correlação fisiopatológica com a semiologia pulmonar, analise as assertivas a seguir.
I- A hipersonoridade à percussão e a redução global do FTV justificam-se pelo aprisionamento de ar e consequente hiperinsuflação pulmonar, o que reduz a densidade do parênquima e dissipa a propagação das vibrações vocais até a parede torácica.
II- A adoção da postura de tripé e o uso da musculatura acessória evidenciam uma desvantagem mecânica do diafragma (decorrente do achatamento pela hiperinsuflação), necessitando de auxílio muscular para otimizar os volumes inspiratórios.
III- Os sibilos expiratórios detectados na ausculta pulmonar são ruídos adventícios contínuos que indicam o preenchimento alveolar por secreção fluida, gerando turbulência durante a fase inspiratória do ciclo respiratório.
IV- A respiração frenolábial (com lábios semicerrados) é uma estratégia disfuncional que deve ser desestimulada pelo fisioterapeuta, pois aumenta a pressão intratorácica e colapsa precocemente as vias aéreas de pequeno calibre.
V- A redução da expansibilidade em bases pulmonares reflete a limitação da excursão diafragmática, uma vez que o músculo já se encontra previamente rebaixado e encurtado devido ao aumento do volume residual.
É CORRETO o que se afirma em: