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Pacientes pneumopatas com diminuição de retração elástica pulmonar apresentam elevada probabilidade de colapso bronquiolar. Entre as técnicas fisioterapêuticas de desobstrução pulmonar a seguir, a que produz menor probabilidade de colapso bronquiolar é:
A oximetria de pulso é uma medida de monitoramento não invasivo de saturação de oxi-hemoglobina do sangue arterial, essencial no atendimento de pacientes pneumopatas. Caso o fisioterapeuta verifique uma leitura de SpO2 de 80%, isso significa que o paciente apresenta:
A utilização de ventilação não invasiva, como o CPAP, em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva tem por objetivo:
A compreensão da fisiologia da expansão pulmonar é essencial na escolha de técnicas e recursos fisioterapêuticos. A expansão pulmonar pode ser realizada de duas formas: pelo aumento da pressão alveolar ou negativação da pressão pleural. Representam técnicas e recursos realizados pelo aumento da pressão alveolar e pela negativação da pressão pleural respectivamente:

A espirometria é uma ferramenta utilizada na avaliação diagnóstica de sintomas respiratórios gerais ou limitação aos esforços, na avaliação longitudinal dos pacientes, na classificação da gravidade e mesmo como índice prognóstico de diversas doenças respiratórias. A espirometria mede o volume e os fluxos aéreos derivados de manobras inspiratórias e expiratórias máximas forçadas ou lentas, e vários parâmetros derivados são utilizados na prática clínica tais como: Capacidade Vital (CV), Volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1), Relação VEF1/CV, Fluxo expiratório forçado intermediário (FEF 25-75%), Pico de fluxo expiratório (PFE) e Curva fluxo-volume.

A utilização do espirômetro objetiva a identificação de disfunções funcionais dos pulmões, permitindo aperfeiçoar a elaboração do diagnóstico cinético funcional, ou mesmo uma intervenção resolutiva e precoce do ato fisioterapêutico para melhoria dos parâmetros da mecânica ventilatória, do controle do espasmo brônquico e da desobstrução dos pulmões e traqueia e de ações preventivas a instalação de distúrbios funcionais.

Considerando a importância da espirometria para elaboração do diagnóstico pneumocinesiológico funcional e acompanhamento fisioterapêutico adequado, seguro e eficaz do paciente analise as afirmativas a seguir:

I - A redução do VEF1 em relação à CVF (Capacidade Vital Forçada) é característica de um distúrbio ventilatório obstrutivo, caracterizado por redução do fluxo expiratório em relação ao volume pulmonar expirado.

II. O distúrbio ventilatório restritivo é definido como a manutenção da capacidade pulmonar total e redução da relação VEF1/CVF.

III. A Curva fluxo-volume tem fundamental importância, pois frequentemente permite a análise gráfica comparativa do fluxo gerado durante a manobra de CVF desenhado contra a mudança de volume e a curva fluxo-volume prevista.

IV. O PFE representa o fluxo máximo de ar durante a manobra de CVF. Guarda dependência com o esforço, o que torna um bom indicador da colaboração na fase inicial da expiração.

É correto apenas o que se afirma em