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Um paciente em Queimadas, PB, com histórico de paralisia facial está apresentando dificuldades na articulação de fonemas bilabiais e labiodentais. O  fonoaudiólogo precisa entender as alterações morfofisiológicas envolvidas.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A paralisia facial pode comprometer a função dos músculos orbicular dos lábios e bucinador, dificultando a produção de sons que requerem fechamento labial.

2. A função do nervo facial (VII par craniano) é essencial para a articulação dos fonemas bilabiais, e sua lesão resulta em articulação deficiente.

3. A reabilitação deve incluir exercícios de fortalecimento muscular e técnicas de feedback visual para restaurar a função labial.

4. A alteração na pressão intraoral, devido à fraqueza dos músculos faciais, não afeta a produção de fonemas plosivos, uma vez que estes são articulados por mecanismos intraorais.

5. A fisioterapia pode complementar a fonoaudiologia, focando na reeducação neuromuscular dos músculos faciais para melhorar a articulação.

Alternativas:
Sobre a descrição das Unidades Básicas de Saúde e a atuação fonoaudiológica, qual das seguintes alternativas é a mais apropriada?
Paciente, 72 anos, com histórico de hipertensão arterial sistêmica, tabagismo e arritmia cardíaca, cursou com acidente vascular cerebral isquêmico, acometendo, principalmente, o território da artéria cerebral média. À avaliação, observou-se hemiplegia à direita, dificuldades na nomeação, repetição preservada, compreensão preservada, ecolalia, simplificação gramatical, parafasias, perseverações e boa articulação. A mais provável hipótese diagnóstica fonoaudiológica trata-se da afasia:
A sintomatologia da Paralisia Cerebral (PC) indica a persistência de reflexos primitivos demonstrados muitas vezes pelas reações exacerbadas, alterações nos planos de movimentos e da integridade do sistema sensorial acarretando disfunções alimentares de maior ou menor relevância no quadro clínico global do paciente. O sistema sensório-motor oral poderá se apresentar de diferentes formas dependendo do tipo da Paralisia Cerebelar (PC): PC Espástico, PC Atetoide, PC Atáxico. (...)
Fonte: (RIOS, Jacintho de Azevedo. Fonoaudiologia Hospitalar. Coleção CEFAC. S. Paulo. Cap. X. p. 100/1.)
Com base nos tipos da PC (Relação dos sintomas e o comportamento global da criança), analisando as características da "PC Atáxico", analise as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso).
(__)Tônus bem aumentado.
(__)Padrão respiratório inconsistente.
(__)Tremores de movimento e déficits perceptuais.
(__)Coordenação e balanço pobres.
Marque a alternativa com a série CORRETA.
Os pacientes com Paralisia Cerebral (PC) internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) infantil, em apartamentos individuais ou coletivos, são encaminhados para o Fonoaudiólogo através da conduta do Médico Pediatra ou Neonatologista responsável pela UTI e pelo Médico (Clínico Geral ou Neurologista), responsável pelos leitos hospitalares. Após este encaminhamento, o paciente é avaliado pelo Fonoaudiólogo.
Nessa perspectiva, analise as assertivas:
I.Geralmente, as crianças, encaminhadas para a reabilitação fonoaudiológica, possuem um grande tempo de internação, ou internações frequentes de curtos períodos por problemas clínicos diversos, entre eles está a dificuldade de alimentação.
II.Nas crianças com PC as dificuldades para alimentação podem prejudicar o quadro clínico global e vice versa, como ocorre em casos de doença de refluxo gastroesofágico (DRGE), patologia que está frequentemente associada à PC.
III.Também são encaminhados os recém-nascidos (RN) e bebês com perda ou nenhum ganho de peso em razão das dificuldades na execução das funções de deglutição e sucção e que apresentam histórico indicativo de PC.

Estão CORRETAS: