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Não se pode conceber um educador que não discuta os fundamentos antropológicos da educação. O que é o homem? Esta é para Gramsci, a primeira e principal pergunta da filosofia (Concepção Dialética da História). Indique qual das afirmações abaixo mais se aproxima da antropologia de Gramsci: I) O homem é um ser histórico e o Espírito é a matéria da história. O homem é a criatura na qual o Espírito trabalha. II) O homem é vontade concreta: isto é, aplicação efetiva do querer abstrato ou do impulso vital aos meios concretos que realizam esta vontade. III) O homem é uma série de relações ativas (um processo). Uma individualidade composta de: indivíduo, os outros homens e a natureza. IV) O homem deve ser concebido como um bloco histórico de elementos puramente subjetivos e individuais e de elementos de massa – objetivos ou materiais – com os quais o indivíduo está em relação ativa. V) O homem é um ser dominado pelo desejo de absoluto. Seu destino supremo é cumprir-se como ser racional livre. As afirmações que estão de acordo com a antropologia de Gramsci são:
As mulheres costumam ser invisibilizadas pela história da filosofia. Uma destas filósofas foi a importante sufragista inglesa e grande defensora dos direitos das mulheres. Graças a ela, inclusive, John Stuart Mill participou da fundação da primeira sociedade defensora do direito de voto para as mulheres.
O nome dessa filósofa em questão é
Na Base Nacional Comum Curricular para o Ensino Médio, a filosofia integra a Área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. As categorias propostas no documento para organizar os conteúdos e abordagens dessa área são:

Eis como ainda no início do século XVII se descrevia a figura ideal do soldado. O soldado é antes de tudo alguém que se reconhece de longe; que leva os sinais naturais de seu vigor e coragem, as marcas também de seu orgulho: seu corpo é o brasão de sua força e de sua valentia. [...] Na segunda metade do século XVIII, o soldado tornou-se algo que se fabrica; de uma massa informe, de um corpo inapto, fez-se a máquina de que se precisa; corrigiram-se aos poucos as posturas; lentamente uma coação calculada percorre cada parte do corpo, se assenhoreia dele, dobra o conjunto, torna-o perpetuamente disponível e se prolonga, em silêncio, no automatismo dos hábitos.

(FOUCAULT, Michel. Os corpos dóceis. In: FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir. Petrópolis: Vozes,1999, p.162.)

Levando em conta essa passagem e a obra em que está inserida, é correto afirmar que, para Michel Foucault, instituições como escolas, quartéis, hospitais e prisões são exemplos de espaços em que, a partir do século XVIII, os indivíduo: