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Analise o trecho abaixo.
Sobre a construção de um modelo explicativo, Virginia Fontes sugere que, para "construir um modelo supõe uma generalização prévia (formulação clara de hipótese ou problema, condição para sua própria elaboração) e, num segundo momento, o de sua aplicação, ele deve permitir um explicação abrangente de um fenômeno ou grupo de fenômeno."
(FONTES, Virgínia. História e modelos. In: CARDOSO Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 356).
Com base na autora, assinale a opção que apresenta a definição de um modelo.
Sobre a construção de um modelo explicativo, Virginia Fontes sugere que, para "construir um modelo supõe uma generalização prévia (formulação clara de hipótese ou problema, condição para sua própria elaboração) e, num segundo momento, o de sua aplicação, ele deve permitir um explicação abrangente de um fenômeno ou grupo de fenômeno."
(FONTES, Virgínia. História e modelos. In: CARDOSO Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 356).
Com base na autora, assinale a opção que apresenta a definição de um modelo.
Analise o trecho abaixo.
A História Social passou por algumas fases durante o século XX e, segundo Hebe Mattos, a escola dos Annales foi precursora das mudanças que a promoveram a um novo Campo Historiográfico. Segundo a autora "a história social passa a ser encarada como perspectiva de síntese como reafirmação do princípio de que, em história, todos os níveis de abordagem estão inscritos no social e se interligam.”
(CASTRO, Hebe. História Social. História Social. In: CARDOSO, Ciro F.; (VAINFAS, Ronaldo (org.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 46).
Com base no trecho acima, assinale a opção que apresenta a delimitação do campo historiográfico da História Social, segundo a autora.
A História Social passou por algumas fases durante o século XX e, segundo Hebe Mattos, a escola dos Annales foi precursora das mudanças que a promoveram a um novo Campo Historiográfico. Segundo a autora "a história social passa a ser encarada como perspectiva de síntese como reafirmação do princípio de que, em história, todos os níveis de abordagem estão inscritos no social e se interligam.”
(CASTRO, Hebe. História Social. História Social. In: CARDOSO, Ciro F.; (VAINFAS, Ronaldo (org.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 46).
Com base no trecho acima, assinale a opção que apresenta a delimitação do campo historiográfico da História Social, segundo a autora.
Leia o texto a seguir:
No contexto pedagógico atual, a História Contemporânea, tendo em vista que ela está mais próxima do cotidiano do aluno, tem sido muito valorizada como ponte para o estudo do passado mais remoto. Há o risco de o ensino (e a pesquisa) voltarem-se para um certo presentismo subjetivista e cometer um dos (ou todos) três pecados capitais da explicação histórica: o anacronismo, o voluntarismo teórico e o descritivismo nominalista.
(Marcos Napolitano, “Pensando a estranha História sem fim”. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015. Adaptado)
Marcos Napolitano define o voluntarismo teórico como
No contexto pedagógico atual, a História Contemporânea, tendo em vista que ela está mais próxima do cotidiano do aluno, tem sido muito valorizada como ponte para o estudo do passado mais remoto. Há o risco de o ensino (e a pesquisa) voltarem-se para um certo presentismo subjetivista e cometer um dos (ou todos) três pecados capitais da explicação histórica: o anacronismo, o voluntarismo teórico e o descritivismo nominalista.
(Marcos Napolitano, “Pensando a estranha História sem fim”. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015. Adaptado)
Marcos Napolitano define o voluntarismo teórico como
Concurso:
Prefeitura de Campinas - SP
Disciplina:
História
Leia o texto a seguir:
As obras desse historiador constituem a própria criação de uma história da cultura no Brasil. Com ele, o conceito de cultura procura abarcar uma gama significativamente maior de espaços, dando nova inteligibilidade ao processo histórico: a vida material, o cotidiano, as mentalidades, as práticas e usos populares. A história da cultura concebida por esse intelectual, entre os anos 1940 e 50, não difere muito da história cultural praticada hoje, ressalvando-se evidentemente o maior rigor e cuidado que o conceito de cultura tem recebido mais recentemente no âmbito da Antropologia.
(Laura de Mello e Souza, “Aspectos da historiografia da cultura sobre o Brasil Colonial”. Em: Marcos Cezar Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 2005. Adaptado)
O excerto se refere a
As obras desse historiador constituem a própria criação de uma história da cultura no Brasil. Com ele, o conceito de cultura procura abarcar uma gama significativamente maior de espaços, dando nova inteligibilidade ao processo histórico: a vida material, o cotidiano, as mentalidades, as práticas e usos populares. A história da cultura concebida por esse intelectual, entre os anos 1940 e 50, não difere muito da história cultural praticada hoje, ressalvando-se evidentemente o maior rigor e cuidado que o conceito de cultura tem recebido mais recentemente no âmbito da Antropologia.
(Laura de Mello e Souza, “Aspectos da historiografia da cultura sobre o Brasil Colonial”. Em: Marcos Cezar Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 2005. Adaptado)
O excerto se refere a
Concurso:
Prefeitura de Campinas - SP
Disciplina:
História
Leia o texto a seguir:
Esta abordagem do patrimônio histórico, constantemente associada a eventos celebrativos destinados ao consumo turístico da memória, os quais muitas vezes esvaziam desta o seu conteúdo, vem se tornando muito frequente, pois o turismo é um eficaz instrumento de valorização de bens patrimoniais e de captação de recursos para sua conservação.
Françoise Choay comenta que a ideia de “valorização” do patrimônio tratado como bem de consumo, atualmente, vem sendo feita de forma antagônica: por um lado, encontram-se os restauradores que atuam “sob o signo do respeito”; por outro, são ações “sob o signo da rentabilidade”, destinadas a “valorizar o monumento histórico e transformá-lo eventualmente em produto econômico”.
Resultará esta abordagem na destruição do próprio objeto que se pretende preservar?
(Priscila Henning, “A preservação do patrimônio entre a teoria e a prática: [...]”. Disponível em: http://www.snh2015.anpuh.org/resources/ anais/39/1434471575_ARQUIVO_priscila.pdf. Adaptado)
O excerto apresenta debate relativo
Esta abordagem do patrimônio histórico, constantemente associada a eventos celebrativos destinados ao consumo turístico da memória, os quais muitas vezes esvaziam desta o seu conteúdo, vem se tornando muito frequente, pois o turismo é um eficaz instrumento de valorização de bens patrimoniais e de captação de recursos para sua conservação.
Françoise Choay comenta que a ideia de “valorização” do patrimônio tratado como bem de consumo, atualmente, vem sendo feita de forma antagônica: por um lado, encontram-se os restauradores que atuam “sob o signo do respeito”; por outro, são ações “sob o signo da rentabilidade”, destinadas a “valorizar o monumento histórico e transformá-lo eventualmente em produto econômico”.
Resultará esta abordagem na destruição do próprio objeto que se pretende preservar?
(Priscila Henning, “A preservação do patrimônio entre a teoria e a prática: [...]”. Disponível em: http://www.snh2015.anpuh.org/resources/ anais/39/1434471575_ARQUIVO_priscila.pdf. Adaptado)
O excerto apresenta debate relativo