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De acordo com Gonçalves Cardoso, no artigo “80 anos de formação em Serviço Social: uma trajetória de ruptura com o conservadorismo”, assinale a alternativa INCORRETA.
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Duriguetto e Alagoano, na revista Serviço Social e Sociedade nº 132 (2018), dissertam sobre “O movimento feminista na produção acadêmica dos cursos de pós-graduação em Serviço Social”. Acerca desse trabalho, assinale a alternativa INCORRETA.

Com relação às competências gerais necessárias à compreensão do contexto sócio-histórico em que se situa a intervenção do Assistente Social, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.


I. Apreensão crítica dos processos sociais de produção e reprodução das relações sociais numa perspectiva de totalidade.

II. Compreensão do significado social da profissão e de seu desenvolvimento sócio-histórico, nos cenários internacional e nacional, desvelando as possibilidades de ação contidas na realidade.

III. Identificação das demandas presentes na sociedade, visando a formular respostas profissionais para o enfrentamento da questão social.

Na década de 1940, tivemos no Brasil o início do processo de institucionalização do serviço social, com a criação das primeiras instituições sociais que acolheram o serviço social. Dentre as referidas instituições, mencionadas por Iamamoto & Carvalho (1982), destacam-se:
Sobre as visões fatalista e messiânica no Serviço Social, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Na visão fatalista, temos o profissional acomodado, que procura dar conta de uma maneira ativista, burocratizada e rotineira de inúmeras e diversificadas tarefas que lhe são atribuídas; o limite do seu horizonte profissional é, no máximo, ser um bom tecnocrata, aperfeiçoar formal e burocraticamente seu fazer cotidiano. II. A visão fatalista atinge também o profissional que quer ser progressista, que se autoidentifica como de esquerda, que incorpora um discurso protecionista do trabalhador, que denuncia os desmandos e arbitrariedades do poder, mas só aposta na pressão extrainstitucional, no coletivo, no movimento, como se a luta de classes não afetasse o cotidiano da vida social e só tivesse espaço nos partidos, no parlamento. III. A visão messiânica tem cunho voluntarista e subjetivista, apesar de considerar fortemente os fatores históricos. É marcada por uma visão mágica da transformação social, que passa a ser reduzida a uma questão de princípios.