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A Encefalopatia Hepática (EH) é uma complicação neuropsiquiátrica da cirrose, mediada principalmente pela amônia e neurotoxinas que não são depuradas pelo fígado. A lactulose é o tratamento farmacológico de primeira linha. O mecanismo de ação principal da lactulose no tratamento da encefalopatia hepática envolve a acidificação do lúmen intestinal. Com base nos critérios do King's College para insuficiência hepática aguda não relacionada ao paracetamol, assinale a alternativa correta.
A Insuficiência Hepática Aguda (Hepatite Fulminante) é uma síndrome de rápida deterioração da função hepática. O reconhecimento precoce e a transferência para um centro de transplante são vitais. Os Critérios do King's College são amplamente utilizados para indicar o transplante hepático de emergência. Para casos de insuficiência hepática aguda de etiologia NÃO associada ao paracetamol (ex: viral, autoimune, drogas idiossincráticas), o critério que indica transplante imediato, independentemente do grau de encefalopatia, é:
A Hemorragia Digestiva Baixa (HDB) em idosos tem etiologias distintas. A Doença Diverticular dos Cólons e a Angiodysplasia são as causas mais comuns. Sobre as características clínicas do sangramento diverticular, assinale a alternativa correta que o diferencia de outras causas e orienta o diagnóstico. Sobre as características clínicas do sangramento diverticular na hemorragia digestiva baixa em idosos, assinale a alternativa correta.
Homem de 59 anos, com cirrose idiopática e ascite, intolerante a diuréticos, procura o pronto-socorro com dor abdominal. Ao exame físico, apresenta-se consciente e orientado; temperatura: 38,1 º C; frequência cardíaca: 105 bpm; pressão arterial: 90 x 59 mmHg; oximetria de pulso normal; cardiopulmonar: normal; há ascite tensa e dor abdominal difusa. Uma paracentese diagnóstica é feita, e ceftriaxona intravenosa é iniciada. Investigações: contagem de células no líquido ascítico: 5.530 células/mm3 (85% de neutrófilos); cultura do líquido ascítico em 24 horas: Clostridium perfringens; Bacteroides vulgatus; Enterococcus faecalis.
Nesse momento, a conduta correta consiste em 
Homem de 20 anos é encaminhado com resultados anormais em exames hepáticos. Ele se sentia bem até duas semanas atrás, quando começou a sentir fadiga e dor de garganta. Os sintomas continuaram, e ele desenvolveu icterícia. O paciente não tem histórico de doença hepática. Ele faz uso de três a quatro doses de bebidas alcoólicas por semana. Os medicamentos em uso incluem minociclina há dois meses para acne. Não há viagem recente. Ao exame físico, apresenta aparência relativamente boa, sem desconforto; temperatura: 38,2 o C; icterícia escleral leve; linfonodos cervicais aumentados e fibroelásticos; discreta esplenomegalia. Exames séricos: hemoglobina: 14 g/dL; leucócitos: 3.310/mm3 (neutrófilos: 20%; linfócitos: 60%; monócitos: 20%); plaquetas: 103.000/mm3 ; fosfatase alcalina: 100 U/L; aspartato aminotransferase: 202 U/L; alanina aminotransferase: 217 U/L; bilirrubina total: 3,4 mg/dL (direta: 2,1 mg/dL); anticorpo antinuclear e antimúsculo liso: negativos; hepatites A, B e C: não reagentes. A cultura de orofaringe é negativa.

A principal hipótese diagnóstica da hepatite aguda é