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Homem, 46 anos de idade, com história de dispepsia de longa data, durante a realização de endoscopia digestiva alta, observou-se projeção digitiforme em esôfago distal, compatível com esôfago de Barrett. Ao auxílio de cromoscopia, não foram identificadas áreas suspeitas. Todavia, para confirmar a hipótese diagnóstica, foi realizada uma biópsia, cujo resultado consta área de metaplasia intestinal com displasia de baixo grau, confirmada por um segundo patologista. Assinale a alternativa que apresenta a conduta recomendada neste caso.
Homem, 65 anos de idade, apresenta icterícia e perda de peso progressiva há 2 meses. A tomografia de abdome revelou um pâncreas com aspecto “em salsicha”. Foi realizada ecoendoscopia com punção do pâncreas, com resultado anatomopatológico mostrando infiltrado linfoplasmocitário e ausência de lesões granulocíticas. Com base nos achados clínicos, radiológicos e histopatológicos, qual é o diagnóstico mais provável e qual achado histológico que seria esperado nesse caso?
Sobre a ectasia vascular antral, assinale a alternativa correta. 
Mulher, 55 anos de idade, com icterícia obstrutiva, realiza exame de tomografia computadorizada (sem e com contraste), que diagnostica uma lesão cística da cabeça do pâncreas, com nódulo mural realçado > 5 mm e com ducto pancreático principal > 10 mm. Com base nas Diretrizes de Fukuoka para o manejo da IPMN do pâncreas, assinale a alternativa que apresenta a conduta a ser seguida. 
Homem, 55 anos de idade, em seguimento de IPMN em pâncreas há 2 anos. Persiste assintomático, sem episódios de icterícia, pancreatite ou dor abdominal. Dosagem de CA19.9 sérico de 27 U/mL (normal ? 37 U/mL). Na colangioressonância de abdome atual, nota-se ducto pancreático principal sem dilatação; parênquima pancreático sem atrofia; 2 imagens císticas com comunicação com ducto pancreático principal, de 15 mm (corpo) e 12 mm (cauda), sem imagens de nodulações em suas paredes. Há 1 ano, colangioressonância demonstrou 2 imagens císticas com comunicação com ducto pancreático principal de 17 mm (corpo) e 15 mm (cauda). Segundo o consenso de Fukuoka (2017), a conduta recomendada é: