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Um paciente de 65 anos de idade apresenta disfagia severa e dor torácica atípica. A manometria esofágica de alta resolução revela pressões elevadas do Esfíncter Esofágico Inferior (EEI) com relaxamento incompleto (<80% de relaxamento da pressão residual integrada - IRP > 15 mmHg) e, no corpo esofágico, identifica múltiplas deglutições com contrações simultâneas de alta amplitude e de duração prolongada, alternadas com peristalse normal, mas com um padrão predominante de “espaços” entre as ondas de pressão nas deglutições.
De acordo com a Classificação de Chicago v4.0, qual é o diagnóstico manométrico mais provável para esse paciente?
Homem de 45 anos de idade em nutrição parenteral total (NPT) há 6 meses devido à síndrome do intestino curto pós-isquemia mesentérica. Desenvolve elevação progressiva de AST, ALT, GGT, FA e bilirrubinas, sem história de doença hepática prévia, com exclusão de causas virais, metabólicas e obstrutivas.
Qual é a complicação hepática mais provável da NPT prolongada nesse paciente e qual a principal estratégia para seu manejo e prevenção? 
Um paciente de 50 anos de idade, portador de esclerodermia sistêmica, apresenta disfagia progressiva a sólidos e líquidos, pirose atípica, dor torácica e perda ponderal de 6 kg em 3 meses. A manometria esofágica de alta resolução evidencia ausência completa de peristalse no corpo esofágico e hipotensão do esfíncter esofágico inferior (EEI), com episódios frequentes de relaxamento transitório do EEI. A pH-metria de 24h documenta refluxo gastroesofágico ácido severo (Índice de DeMeester > 30).
Tendo em vista a principal preocupação no planejamento de cirurgia antirrefluxo para esse paciente, considerando especificamente sua fisiopatologia esofágica, assinale a alternativa correta.
Um paciente de 45 anos de idade apresenta queixa de pirose e regurgitação ácida há 2 anos, com piora noturna. Refere também tosse crônica e rouquidão. A endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva de Los Angeles Grau B. Após 8 semanas de tratamento com inibidores de bomba de prótons (IBP) em dose plena, os sintomas persistem de forma significativa.
Qual é o próximo passo diagnóstico mais apropriado para esse paciente?
Homem, 55 anos de idade, apresenta cirrose hepática e foi internado há 2 meses por encefalopatia hepática grau II. Foi tratado com lactulose, obteve reversão completa e manteve de 2 a 3 evacuações pastosas diárias. Comparece em retorno ambulatorial desatento, com alteração do ciclo sono-vigília. Em relação ao manejo deste quadro, assinale a alternativa correta.