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Um instrutor de leitura prepara uma sessão de contação de histórias em praça pública, para público intergeracional reunido pela primeira vez, com ruído externo e pessoas que chegam e saem durante a atividade. A preparação mais consistente é:
Uma professora decide trabalhar em aula um conto cujo narrador é não confiável, isto é, cujo relato, por algum motivo, não merece total crédito do leitor.

Ao elaborar seu plano de aula, ela registra a seguinte hipótese: "Os alunos podem tomar a versão do narrador como verdadeira e perder o efeito literário". Em seguida, anota duas perguntas para fazer caso isso aconteça.

A ação da professora evidencia a prática de

Leia com atenção o trecho abaixo:


Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto-autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no intróito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.

(Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas)


No fragmento acima, a construção da voz que relata a história introduz uma instigante variação no que diz respeito aos tipos de narrador.


 Assinale a alternativa correta com base no trecho e na teoria do foco narrativo.


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O fragmento textual apresentado caracteriza-se como parte de uma obra da literatura regional amazônica, porque
O desfecho do conto apresenta uma mudança sutil no comportamento do marido após o contundente desabafo da esposa. A análise do trecho final permite concluir que a ação de “erguer um lado do prato, acabar o resto de sopa e lamber a colher” (47º§) simboliza: