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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a esta questão.

“Galopo pensando no tempo que passa,

Tão vertiginoso qual sopro do vento

Que varre caminhos e até pensamento,

Deixando pra trás, nevoeiro, fumaça…

O sopro é o que traz um alento e abraça

A vida que segue traçando caminho.

O tempo é o relógio no redemoinho

Dos dias, semanas, dos meses, dos anos

Passados, presentes, anelos e planos,

Que foram, por certo, gerados no ninho.


Seguindo o caminho de curva fechada, Um forte arrepio na espinha dorsal; Na beira da mata, um estranho arsenal De tocos, garranchos e pedra lascada Vedando o acesso, atrasam a jornada, Cansaço medonho desse galopar São léguas à frente e o tempo a rolar No despenhadeiro do dia que morre Nos braços da noite, um pranto escorre Em gotas que banham a terra e o ar.
E quando amanhece, o sol ilumina A estrada de pedra que resta a seguir. Sem olhar para trás, à frente, há porvir, Na noite cinzenta, ficou a neblina No leito do rio de água cristalina, O corpo tão frágil se banha sedento. Erguendo o olhar ao azul firmamento, Tentando alcançar a linha do horizonte Que tece a beleza que nasce da fonte E expressa a grandeza da força do vento.”

Fonte: MEIRA, Creusa. Galopando no tempo e no vento. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/literatura-cordel.htm. Acesso em: 10 fev.2025.


Sobre a literatura e a cultura do cordel, é possível afirmar:
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Sobre a Literatura de Cordel, analise os itens a seguir:

I. Entre versos, rimas e cantoria, a Literatura de Cordel é uma expressão cultural popular que abrange não apenas as letras, mas também a música e a ilustração.
II. É um gênero literário, veículo de comunicação, ofício e meio de sobrevivência para inúmeros cidadãos brasileiros. Poetas, declamadores, editores, ilustradores (desenhistas, artistas plásticos, xilogravadores) e folheteiros (como são conhecidos os vendedores de livros) já podem comemorar, pois agora a Literatura de Cordel é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro.
III. A Literatura de Cordel no Brasil é o resultado de uma série de práticas culturais em que os cantos e os contos – e suas variantes – constituem as matrizes a partir das quais uma série de formas de expressão se forjou.

Está(ão) CORRETO(S):

Considere o texto abaixo:


Os bons vi sempre passar


No mundo, que os não estima;


E os maus sempre a prosperar,


Na sua má usança, sublima.


Assim que o mundo é tal,


Que premeia a quem não deve,


E castiga o leal;


E, se por bom se houve,


Não há prêmio nem favor,


Que lhe faça melhor



Luís Vaz de Camões



O poema camoniano em evidência, pela forma e pelo conteúdo que apresenta, trata-se de um(a)

O poema é de Arnaldo Antunes.



Imagem associada para resolução da questão



ANTUNES, Arnaldo. Agora aqui ninguém precisa de si. São Paulo: Companhia das Letras,2015. p.89.


Avalie as afirmativas referentes ao poema de Antunes.



I. O sujeito poético estabelece uma espécie de conversa com o leitor, ensinando-o a responder a uma pergunta cotidiana.


II. O sujeito poético usa um toque de humor e ironia para criticar os discursos vazios da atualidade.


III. De forma mecânica e repetitiva, assim como uma máquina, o diálogo exemplifica a superficialidade das conexões humanas, que é repleta de discursos prontos, desinteressados e vazios.



Está correto o que se afirma em:

O poema é de Arnaldo Antunes.



Imagem associada para resolução da questão



ANTUNES, Arnaldo. Agora aqui ninguém precisa de si. São Paulo: Companhia das Letras,2015. p.89.


Avalie as afirmativas referentes ao poema de Antunes.


I. O sujeito poético estabelece uma espécie de conversa com o leitor, ensinando-o a responder a uma pergunta cotidiana.


II. O sujeito poético usa um toque de humor e ironia para criticar os discursos vazios da atualidade.


III. De forma mecânica e repetitiva, assim como uma máquina, o diálogo exemplifica a superficialidade das conexões humanas, que é repleta de discursos prontos, desinteressados e vazios.



Está correto o que se afirma em: