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Associadas às drenagens centrípetas, essas formas de
relevo são típicas de paisagens cársticas. Apresentam
forma cônica ou circular, semelhantes a um funil, com
dimensões que variam de alguns metros até o tamanho
de um estádio de futebol. Formam-se a partir da dissolução da rocha carbonática em pontos de infiltração, geralmente onde há cruzamento de fraturas.
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000)
Essas feições do relevo são denominadas
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000)
Essas feições do relevo são denominadas
Em diferentes regiões do planeta, observa-se a presença de ventos intensos e persistentes na baixa atmosfera,
geralmente entre 1.000 e 2.500 metros de altitude. Esses
fluxos apresentam velocidade máxima ao redor dos
2.000 metros, ocorrem no lado leste de grandes cadeias
montanhosas e estão associados a movimentos atmosféricos de grande escala, com destaque para as Montanhas Rochosas, nos Estados Unidos, e a Cordilheira dos
Andes, na América do Sul. No Brasil, sua influência está
relacionada ao transporte de umidade da Amazônia em
direção ao Centro-Oeste e Sudeste durante o verão.
(CAVALCANTI, I. F. A.; FERREIRA, N.J., DIAS, M. A. F., J., M. G.A. Tempo e Clima no Brasil. (Org). São Paulo: Oficina de Textos; 2009. Adaptado)
O enxerto define o fenômeno denominado de
(CAVALCANTI, I. F. A.; FERREIRA, N.J., DIAS, M. A. F., J., M. G.A. Tempo e Clima no Brasil. (Org). São Paulo: Oficina de Textos; 2009. Adaptado)
O enxerto define o fenômeno denominado de
Uma determinada região está sob esse tipo de circulação
quando reversões sazonais na direção do vento causam
verões chuvosos e invernos secos. O desenvolvimento desse sistema na América do Sul começa durante a
primavera, com o aumento da convecção sobre o noroeste da bacia Amazônica em setembro, quando avança
para o sudeste até atingir a Região Sudeste do Brasil,
em novembro. Durante o verão, a convecção profunda
atinge grande parte da região tropical da América do
Sul, e o transporte de umidade do Atlântico Sul, aliado
à reciclagem de vapor d’água pela floresta, mantém a
precipitação sobre o Brasil Central.
(CAVALCANTI, I. F. A.; FERREIRA, N.J., DIAS, M. A. F., J., M. G.A. Tempo e Clima no Brasil. (Org). São Paulo: Oficina de Textos; 2009. Adaptado)
Esse fenômeno é denominado
(CAVALCANTI, I. F. A.; FERREIRA, N.J., DIAS, M. A. F., J., M. G.A. Tempo e Clima no Brasil. (Org). São Paulo: Oficina de Textos; 2009. Adaptado)
Esse fenômeno é denominado
Segundo Ab’Saber (2003), algumas paisagens no Brasil
destacam-se por sua singularidade e caráter isolado,
representando feições topográficas excepcionais que
contrastam fortemente com os ecossistemas ao seu
redor. Essas paisagens, como os canyons, possuem
grande valor simbólico, ecológico e histórico, sendo
referências para os povos desde tempos pré-históricos.
(AB’SABER, Aziz. Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. Adaptado)
Com base nessa descrição, assinale a alternativa correta quanto à classificação atribuída por Ab’Saber a esse tipo de feição.
(AB’SABER, Aziz. Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. Adaptado)
Com base nessa descrição, assinale a alternativa correta quanto à classificação atribuída por Ab’Saber a esse tipo de feição.
Ab’Saber (2003) em sua obra Os domínios de natureza
no Brasil: potencialidades paisagísticas apresenta as características do domínios morfoclimáticos do Brasil. Entre
esses domínios, um se destaca pela superposição de solos devido às derradeiras flutuações climáticas do quaternário, com aparecimento frequente de linhas de pedras
(stone lines) enterradas a 1,5 a 2 m de profundidade nos
morros e colinas cristalinas de nível intermediário; além
de mamelonização universal das vertentes baixas e médias, até níveis altimétricos de 1100 a 1200 m – na área
nuclear da província morfoclimática.
(AB’SABER, Aziz. Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. Adaptado)
Considerando a obra, em destaque, as características apresentadas no enxerto referem-se ao seguinte domínio:
(AB’SABER, Aziz. Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. Adaptado)
Considerando a obra, em destaque, as características apresentadas no enxerto referem-se ao seguinte domínio: