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Mariana estava gestante com 34 semanas quando foi diagnostica com Tuberculose. Iniciou o tratamento medicamentoso imediato. Quando completou 39 semanas, entrou em trabalho de parto, dando à luz por parto vaginal.
Sabendo que há três semanas atrás, Mariana tinha realizado exame de escarro com resultado negativo, qual deve ser a orientação em relação ao aleitamento materno?
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Durante a monitorização anteparto de uma gestante com pré-eclâmpsia, o cardiotocógrafo registra uma frequência cardíaca fetal basal de 140 bpm, variabilidade moderada, ausência de acelerações e a presença de quedas uniformes e tardias na frequência cardíaca fetal (DIP II) após o pico de três contrações consecutivas em 10 minutos. Esta apresentação cardiotocográfica é classificada como Categoria III e indica:
Uma puérpera de 30 dias, em aleitamento materno exclusivo e sem comorbidades, solicita um método contraceptivo de alta eficácia durante a consulta de revisão puerperal. A opção mais segura e recomendada para iniciar neste momento é:
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Uma mulher de 34 anos apresenta resultado de colpocitologia oncótica (Papanicolau) de "Lesão Intraepitelial Escamosa de Baixo Grau (LSIL)". Ela é encaminhada para colposcopia, que se mostra satisfatória (Junção Escamo-Colunar totalmente visível). Durante o exame, o colposcopista observa uma área de epitélio acetobranco tênue na topografia do colo uterino. A conduta a ser tomada neste momento é:
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Uma paciente de 52 anos, assintomática, realiza mamografia de rastreamento que evidencia um nódulo espiculado de 1 cm no quadrante superior lateral da mama direita. O laudo radiológico classifica o achado como BI-RADS® 4. A conduta subsequente mais adequada é: