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Apesar dos avanços de todo o Sistema Único de Saúde (SUS), continuar a reduzir a mortalidade por câncer do colo do útero no Brasil ainda é um desafio a ser vencido. (INCA,2016). Sobre o rastreamento do câncer do colo do útero, é INCORRETO afirmar que:
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Mariana estava gestante com 34 semanas quando foi diagnostica com Tuberculose. Iniciou o tratamento medicamentoso imediato. Quando completou 39 semanas, entrou em trabalho de parto, dando à luz por parto vaginal.
Sabendo que há três semanas atrás, Mariana tinha realizado exame de escarro com resultado negativo, qual deve ser a orientação em relação ao aleitamento materno?
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Durante a monitorização anteparto de uma gestante com pré-eclâmpsia, o cardiotocógrafo registra uma frequência cardíaca fetal basal de 140 bpm, variabilidade moderada, ausência de acelerações e a presença de quedas uniformes e tardias na frequência cardíaca fetal (DIP II) após o pico de três contrações consecutivas em 10 minutos. Esta apresentação cardiotocográfica é classificada como Categoria III e indica:
Uma puérpera de 30 dias, em aleitamento materno exclusivo e sem comorbidades, solicita um método contraceptivo de alta eficácia durante a consulta de revisão puerperal. A opção mais segura e recomendada para iniciar neste momento é:
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Uma mulher de 34 anos apresenta resultado de colpocitologia oncótica (Papanicolau) de "Lesão Intraepitelial Escamosa de Baixo Grau (LSIL)". Ela é encaminhada para colposcopia, que se mostra satisfatória (Junção Escamo-Colunar totalmente visível). Durante o exame, o colposcopista observa uma área de epitélio acetobranco tênue na topografia do colo uterino. A conduta a ser tomada neste momento é:
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