Filtrar


Questões por página:

Paciente 33 anos, tercigesta, secundípara (partos prematuros), na 33ª semana de gravidez e chegou à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre. Questionou-se sobre os partos anteriores: o 1º não sabe o motivo e idade gestacional exata, mas informa que chegou ao hospital com 5 cm de dilatação, por via vaginal, sem intercorrências no pré-natal; e o 2º parto foi de uma gestação gemelar; os bebês entraram em sofrimento, sendo preciso realizar uma cesariana de urgência; não estava em trabalho de parto e ambos apresentaram desconforto respiratório, um chegou a ficar no tubo por três dias e o outro só com uma “máscara”. Peso ao nascer: 2.020g (1ª gestação) e 1.050g/1.930g (2ª gestação)


Avaliando os antecedentes obstétricos descritos, assinale a alternativa CORRETA.

Gestante 20 anos, primigesta e nulípara, veio para consulta pré-natal, no dia 11 de janeiro de 2026, referindo que está no 5º mês de gestação e assintomática. Não estava fazendo pré-natal, mas fez várias ultrassonografias. Refere ainda que tinha ciclos regulares e sabia o momento da sua ovulação todos os meses. Abaixo seguem os dados informados pela paciente e as ultrassonografias anteriores com suas idades gestacionais na época do exame:
Primeiro dia da última menstruação: 16 de agosto de 2025. Último dia da última menstruação: 19 de agosto de 2025. Data da última ovulação: 30 de agosto de 2025. Data da 1ª ultrassonografia: 27 de setembro de 2025 (calculada pelo diâmetro médio do saco gestacional – 4 semanas). Data da 2ª ultrassonografia: 31 de outubro de 2025 (IG: calculada pela média do diâmetro biparietal, circunferência abdominal e comprimento do fêmur – 11 semanas). Data da 3ª ultrassonografia: 13 de novembro de 2025 (IG: calculada pelo comprimento céfalo-nadegas – 14 semanas). Data da 4ª ultrassonografia: 06 de dezembro de 2025 (IG: 17 semanas).

Diante desses dados, qual a idade gestacional CORRETA para acompanhamento da gravidez, no dia da consulta de pré-natal?

Gestante 30 anos, primigesta e nulípara,40ª semana de gestação, deu entrada na emergência obstétrica com dor em baixo ventre. Ao toque vaginal, o colo uterino apresentava-se com 10 cm de dilatação, bolsa rota, líquido claro com grumos, plano II de De Lee, cefálico e OET. Dinâmica uterina de 4 contrações/ 10 minutos/ 50 segundos. Batimentos cardio-fetais (BCF) de 140 bpm. Após 6 horas, o toque vaginal era inalterado, porém com a presença de bossa serossanguínea. BCF: 136 bpm. Nesse momento, foi indicada uma cesariana. Ao exame físico do recém-nascido (RN) em sala de parto, encontrava-se bem com Apgar 9/10, apresentando uma tumoração em região occipito parietal, predominante no parietal esquerdo, de consistência endurecida e forma cacifo.


Analise o exame físico do recém-nascido realizado em sala de parto, os dados do parto e assinale a alternativa CORRETA que representa uma possibilidade que ocorreu durante a descida e insinuação fetal no período expulsivo.

Uma gestante assintomática para sífilis dá entrada na maternidade em trabalho de parto. Possui histórico de sífilis em gestação anterior, adequadamente tratada. Trazia como exames da gestação atual, colhidos no último trimestre, VDRL 1:2 e FTA-Abs reagente. Foi possível resgatar o VDRL pré e pós-tratamento da gestação anterior: 1:256 e 1:8, respectivamente. Considerando este caso clínico, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, é CORRETO afirmar que
T.M.B.,32 anos, GIII PI 1N AI, idade gestacional de 34 semanas, HIV positivo, em uso de terapia antirretroviral, submetida a exames laboratoriais, que identificaram: CD4 120 células/mm3 e carga viral de 1.800 cópias/ mL, deu entrada no PSO com queixa de dor tipo cólica e perda de líquido claro com grumos há cerca de 4 horas. Ao exame físico: AU 33 cm, dinâmica uterina presente. Toque vaginal: colo 8 cm, médio, medianizado, bolsa rota, apresentação cefálica. BCF: 150 bpm. Cardiotocografia normal.

De acordo com esse caso clínico, assinale a alternativa que corresponde à conduta correta.