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Sobre a doença trofoblástica gestacional, analise as afirmativas seguintes.
I. A mola hidatiforme completa é triploide, com par adicional de cromossomos paternos.
II. A mola hidatiforme incompleta é aquela que possui embrião/feto associado à anomalia placentária.
III.A mola hidatiforme incompleta é a que possui maior risco de malignização.
IV.O beta-hCG se encontra em valores elevados, podendo ocasionar sintomas semelhantes à crise tireotóxica devido à analogia entre o hCG e o TSH.
V. Deve-se rastrear sítios metastáticos através de função hepática e renal, associada à radiografia de tórax.
VI.O controle de tratamento após esvaziamento uterino é feito através de dosagem de beta-hCG qualitativo, devendo-se manter negativo por 6 meses para definição de cura.
Estão corretas
I. A mola hidatiforme completa é triploide, com par adicional de cromossomos paternos.
II. A mola hidatiforme incompleta é aquela que possui embrião/feto associado à anomalia placentária.
III.A mola hidatiforme incompleta é a que possui maior risco de malignização.
IV.O beta-hCG se encontra em valores elevados, podendo ocasionar sintomas semelhantes à crise tireotóxica devido à analogia entre o hCG e o TSH.
V. Deve-se rastrear sítios metastáticos através de função hepática e renal, associada à radiografia de tórax.
VI.O controle de tratamento após esvaziamento uterino é feito através de dosagem de beta-hCG qualitativo, devendo-se manter negativo por 6 meses para definição de cura.
Estão corretas
Paciente, 28 anos, com idade gestacional de 30 semanas pelo US precoce, dá entrada na emergência
com queixa de contrações, lombalgia e sangramento vaginal discreto.
Ao exame físico: sinais vitais estáveis, contrações uterinas efetivas, BCF:136bpm, altura uterina: 30cm,
especular: sangramento coletado em fundo de saco discreto, toque vaginal: colo 80% apagado, pérvio
para 2cm, cefálico, bolsa íntegra. A melhor conduta é
Paciente, 23 anos, G3P1nA1, DUM: 20/03/21, dá entrada na emergência referindo febre há cerca de
dois dias, associada à dor pélvica e saída de líquido via vaginal.
Ao exame físico: BEG, consciente e orientada, eupneica, temperatura de 39 graus, FC: 110bpm,
PA:110x80mmhg, BCF 160bpm.
Exame obstétrico: Altura uterina: 34cm, BCF 160, dinâmica uterina ausente, especular: com saída de
líquido amarelado pelo orifício externo do colo e com odor fétido, ao toque vaginal com elevação da
temperatura vaginal, colo impérvio. O diagnóstico é
Observe o partograma.

De acordo com o partograma, o diagnóstico é
Paciente, 30 anos vai ao consultório de ginecologia com o resultado de colpocitologia oncótica que
apresenta lesão intraepitelial de alto grau. A conduta adequada é