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Multípara, 38 anos de idade, 2 partos normais e uma cesárea, com IG de 33 semanas, queixa de perda de sangue via vaginal há duas horas. Nega dor e relata dois episódios anteriores de sangramento em pequena quantidade. AU= 32 cm. Ausência de dinâmica uterina. Tônus uterino normal. BCF= 140 bpm. A hipótese diagnóstica e principal complicação associada são, respectivamente,
Paciente em amenorreia de 7 semanas, com exame de beta HCG positivo, realizou ultrassonografia que mostrou massa tubária à esquerda e ausência de saco gestacional intrauterino. O tratamento com metotrexate está indicado se houver

I – embrião vivo. II- estabilidade hemodinâmica. III- beta HCG maior que 10.000. IV- massa anexial até 4 cm.
Estão corretas
Primigesta de 19 anos, 34 semanas de idade gestacional, dá entrada na maternidade queixando-se de cefaleia, alteração da visão e dor epigástrica. Ao exame físico: PA=170x110 mmHg, AU= 30 cm, BCF 136 bpm, ausência de dinâmica uterina, útero com tônus normal, colo grosso, posterior, fechado. A conduta é 
Sobre as gestações gemelares monocoriônicas e diamnióticas, são feitas as seguintes afirmativas.
I – Têm sempre origem monozigótica. II- Apresentam o sinal do lâmbda na ultrassonografia. III- Apresentam risco de transfusão feto-fetal. IV- São o tipo mais comum de gravidez gemelar.
Estão corretas
Para escolher o melhor método de tratamento inicial de gestante com doença trofoblástica gestacional (DTG), o obstetra deve levar em consideração