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Sobre doença hemolítica perinatal, analise os itens a seguir e assinale a alternativa correta:



I - A doença hemolítica do recém-nascido pode causar concentrações elevadas de bilirrubina no sangue (Hiperbilirrubinemia), baixo número de glóbulos vermelhos no sangue (anemia) e, muito raramente, nas apresentações mais graves, morte.


II - A mãe com sangue Rh negativo pode produzir anticorpos anti-Rh se ela for exposta a glóbulos vermelhos que são Rh positivo.


III - A maneira mais comum de uma mulher ser exposta a sangue Rh positivo é quando ela tem um feto com sangue Rh positivo. 


IV - A exposição também pode ocorrer fora de uma gestação, por exemplo, se a mãe tiver recebido em alguma ocasião uma transfusão de sangue Rh positivo antes da gravidez.

Paciente com 27 semanas de gestação foi trazida à Emergência por dor retroesternal de início agudo. À admissão, informou seu histórico de cardiopatia isquêmica. Eletrocardiograma mostrou elevação do segmento ST e aumento dos níveis de troponina e de creatinoquinase (CK), compatíveis com diagnóstico de síndrome coronariana aguda. Durante a avaliação, a paciente evoluiu para parada cardiorrespiratória. Chamado, o médico plantonista da Obstetrícia chegou ao local cerca de 5 minutos após o início das manobras de reanimação, sem resposta. Com base no quadro, deve-se
Tercigesta de 39 anos, com 16 semanas de gestação, apresentou, na consulta pré-natal, resultado de exame de glicemia em jejum de 133 mg/dl e de dosagem da HbA1c de 6,3%. Referiu que, nas gestações anteriores há mais de 10 anos, não houve qualquer intercorrência. Qual o diagnóstico mais provável?
Primigesta de 24 anos, com 23 semanas de gestação, procurou a Emergência Obstétrica queixando-se de dor abdominal difusa e inapetência há 36 horas e de um episódio de vômito. Informou estar em acompanhamento pré-natal adequado e negou cirurgias prévias. Ao exame, apresentava IMC de 23 kg/m², frequência cardíaca de 122 bpm, frequência respiratória de 20 mpm, temperatura axilar de 37,8o C e pressão arterial de 90/50 mmHg. Com altura uterina de 23 cm, sentia dor à palpação profunda do flanco direito. O sinal de Murphy era negativo. Os batimentos cardiofetais indicaram 160 bpm sem desacelerações, e não havia dinâmica uterina. O exame especular não revelou perda líquida ou sangramento. Ao toque, o colo estava fechado. Qual a hipótese diagnóstica mais provável e qual o exame complementar indicado?
Paciente de 40 anos, com 32 semanas de gestação (história de 3 partos por via vaginal), chegou à Emergência Obstétrica queixando-se de sangramento iniciado subitamente. Ao exame físico, os batimentos cardiofetais eram de 160 bpm, e a dinâmica uterina estava ausente. O exame especular comprovou presença de sangue escuro em pequena quantidade (material coletado na vagina) e colo sem evidência de dilatação. A ultrassonografia identificou placenta inserida no segmento uterino inferior, com a borda distando 1,8 cm do orifício cervical interno, e cordão umbilical de inserção central na placenta. Enquanto era realizada cardiotocografia (com padrão cardíaco fetal não reativo), a paciente iniciou com dor abdominal, hipertonia uterina e sangramento vaginal intenso, além de taquicardia, taquipneia e sudorese. O toque vaginal mostrava 2,0 cm de dilatação. Quais os diagnósticos mais prováveis e qual a conduta mais adequada no momento?