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Mulher com 32 anos, nuligesta, foi a UBS com resultado de biópsia do colo uterino guiada por colposcopia e com diagnóstico de carcinoma in situ. Qual a sua melhor conduta?
A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma infecção polimicrobiana do trato genital superior que exige tratamento imediato para prevenir sequelas como infertilidade e dor pélvica crônica. O tratamento deve cobrir os principais agentes etiológicos, incluindo Neisseria gonorrhoeae, Chlamydia trachomatis e anaeróbios. Para o tratamento ambulatorial de pacientes com DIP leve a moderada, o esquema antibiótico recomendado pelas diretrizes brasileiras e pelo CDC (Centers for Disease Control and Prevention) é:
Uma paciente de 26 anos, nuligesta, apresenta citologia oncótica com resultado de Lesão Intraepitelial de Alto Grau (HSIL). A colposcopia é satisfatória (junção escamocolunar visível) e identifica uma lesão acetobranca densa com pontilhado grosseiro no lábio anterior. A biópsia dirigida confirma Neoplasia Intraepitelial Cervical grau 3 (NIC 3). Considerando a idade da paciente e o desejo reprodutivo futuro, a conduta terapêutica adequada é:
As vulvovaginites constituem a queixa ginecológica mais comum na infância. A anatomia e a fisiologia da região genital pré-puberal predispõem a infecções e inflamações. Diante de uma criança de 5 anos com queixa de corrimento vaginal, prurido e hiperemia vulvar, a etiologia mais frequente e a abordagem inicial correta são:
Os teratomas císticos maduros (cistos dermoides) são os tumores germinativos mais comuns do ovário, ocorrendo frequentemente em mulheres jovens. Apresentam características clínicas e de imagem peculiares. A alternativa que descreve corretamente uma característica ou complicação associada a este tipo de tumor é: